domingo, 13 de novembro de 2016

Por detrás da tela | Cinderella (2015)

Classificação: 8/10 estrelas

Andava com uma enorme curiosidade para ver este filme. Apesar da estória da Cinderela não ser a minha prefira dentro do universo da Disney, sabe sempre bem assistir a estas narrativas com uma certa dose de encanto.

A estória e praticamente aquela que conhecemos. Tem alguns contornos ligeiramente diferentes, mas não diverge da generalidade daquilo que conhecemos. Portanto, não esperem grandes surpresas ou mudanças radicais. 
As interpretações dos atores são boas e apelativas. A Ella (a nossa Cinderela) é mesmo doce e encantadora, as suas meias-irmãs têm o seu lado cómico e a sua madrasta é aquele tipo de maldade que já conhecemos. E o Príncipe é o Príncipe: bonito, cativante e cheio de carisma.

Bem, mas aquilo que mais gostei no filme foram os cenários. São magníficos!! As imagens e os planos são de cortar a respiração, fazem-nos sonhar e deixam-nos aquela vontade enorme de saltar para a tela e mergulhar naquele oceano inquietante e naquelas paisagens onde o verde é vivo e libertador. 

Gostei muito de ver o filme. É uma excelente companhia para estes frios de outono, aquece o coração e semeia o sonho na mente dos espetadores. 
Apesar de ter gostado muito, o narrativa do filme não conseguiu ultrapassar a minha paixão pelos desenhos animados que passavam na TVI, nos anos da minha infância.


Eu via e revia estes desenhos animados até à exaustão. O que sempre me fascinou nesta versão da Cinderela foi a amizade que ela foi construindo com o Charles (o príncipe). Cinderela não conhecia a verdadeira origem dele, mas foi muito bonito ver a amizade e o amor nascerem entre eles e culminarem de uma forma muito apaixonante. Para quem não viu na altura, pode sempre rever os episódios no Youtube (é um dos meus guilty pleasures).

sábado, 12 de novembro de 2016

A minha experiência com... | Paulo Coelho


Desta vez decidi escolher um autor que marcou a minha adolescência. Entre os 17/18 anos andei fascinada com os livros deste senhor, porém desde essa altura nunca mais peguei em nenhuma obra.
Não sei se acontece com vocês, mas eu, neste momento, tenho receio de pegar nos livros dele e destruir o encanto que formei naquela altura. 

Será que vou continuar a apreciar a "linguagem" do autor? Será que as estórias dele vão continuar a ter algum impacto em mim? Estas são apenas algumas questões que me coloco a mim própria sempre que pondero pegar numa nova obra de Paulo Coelho. 
O facto é que eu não li muitas obras dele e nem me lembro pormenorizadamente de todas as que li, porém algumas deixaram em mim um encanto especial. Talvez a minha alma sonhadora da altura me fizesse olhar de uma forma diferente para os mundos que Paulo Coelho criou. 

Ao todo, em Portugal estão publicadas 16 obras:
  1. O diário de um mago
  2. O alquimista
  3. Brida
  4. As valquírias
  5. Na margem do rio Piedra eu sentei e chorei
  6. O monte cinco
  7. Veronika decide morrer
  8. O demónio e a senhorita Prym
  9. Onze minutos
  10. O Zahir
  11. A bruxa de Portobello
  12. O vencedor está só
  13. O aleph
  14. Manuscrito encontrado em Acera
  15. Adultério
  16. A espia
De entre todos estes livros, li apenas 5:
  • Na margem do rio Piedra eu sentei e chorei
  • Veronika decide morrer
  • O demónio e a senhorita Prym
  • Onze minutos
  • O zahir

Onze minutos foi o primeiro livro que li. Tinha 17 anos na altura e gostei bastante da leitura. Ainda me lembro bem de Maria e das suas aventuras como prostituta. 
Um outro livro que me marcou, mais por abordar a temática da saúde mental, foi Veronika decide morrer. Das poucas coisas que me ficou deste livro foi o final... Fui apanhada de surpresa. 
Dos restantes lembro-me vagamente das narrativas, mas não tiveram a força suficiente de me marcar. 

Dos restantes que já estão publicados, os que me despertam mais curiosidade são: As valquírias, A bruxa de Portobello, Adultério e A espia.

Gostaria de saber se também têm um autor(a) que gostaram em determinado período da vossa vida e depois nunca mais voltaram a pegar nele com medo de não sentirem o mesmo. 
E em relação a Paulo Coelho. Conhecem? O que acham das obras dele?

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Palavras Memoráveis


Posso cortar tiras de pulmão e, através do microscópio diagnosticar um cancro, uma tuberculose ou um enfisema. Mas os segredos que um coração humano encerra não estão ao alcance do meu bisturi.
Tess Gerritsen, A pecadora

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Opinião | "A rapariga que lia as estrelas" de Kiran Millwood Hargrave

A Rapariga que Lia as Estrelas
Classificação: 3 estrelas

De vez enquanto gosto de me aventurar por leituras infanto-juvenis. Nestas viagens consigo recuperar um pouco do espírito das crianças/jovens, sonhos e aquela ingenuidade de que os sonhos são para ser realizados. 
Sempre que trabalhava com crianças (e me era possível) facilmente recorria a estórias como ferramenta de intervenção psicológica. Sim, eu acredito no poder curativo das estórias.

A rapariga que lia as estrelas é um livro contado na primeira pessoa, pela personagem principal Isabella. É uma rapariga aventureira, curiosa, cheia de sonhos que preza a amizade. 
Ao longo destas páginas somos convidados a conhecer a misteriosa e mágica ilha de Joya. Uma ilha cheia de recantos especiais que despertam a curiosidade de Isabella. Como filha de um homem que constrói mapas, Isabella sente-se fascinada pelos desenhos e pelos mapas. E é desta forma que eles vão assumir um papel muito importante em toda esta aventura.

A amizade de Lupe e Isabella é bastante cativante. A dinâmica entre estas duas meninas dá-nos muitas indicações para uma reflexão sobre as relações interpessoais, mais especificamente as relações de amizade. Eu gostaria de ter visto um bocadinho mais de desenvolvimento na forma como Isabella e Lupe interagiam antes de um conjunto de acontecimentos que condiciona todos os acontecimentos seguintes. Do meu ponto de vista isso seria importante para nos sentimos mais próximos dessas duas meninas.

Considero que esta estória mágica é perfeita para crianças com idades a partir dos dez anos. A conjugação entre magia, mistério, amizade, aventura e descrições delirantes irá conquistar o publico mais jovens e fazer sonhar os mais adultos.

Nota: Este livro foi-me cedido pela editora em troca de uma opinião honesta.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Projeto Conjunto | Empréstimo Surpresa [Livro Recebido]


O tempo passa e foi a minha vez de receber mais um livrinho enviado pela Denise. E que boa surpresa me calhou na caixa do correio. Ora espreitem lá!


Confesso
Colleen Hoover

Será a minha estreia com a autora, e tendo em conta a quantidade enorme de elogios com que me deparo em relação à autora tenho muita curiosidade para começar a ler este livro.
Não deixem de ir ao blog da Denise espreitar o que é que a levou a enviar-me este livro.

Top Ten Tuesday | Livros que não tenho a certeza de querer ler

Esta temática do Top Ten não é recente. Segundo os meus apontamentos, é do passado dia 12 de Agosto de 2014. 
Assim, deixo aqui 10 livros que não sei se um dia virei a ler ou não. Caso achem que eu os devo ler, por favor deixem-me os vossos motivos para os ler.

1. Amor de perdição de Camilo Castelo Branco - Já andei muito curiosa para ler este clássico da literatura portuguesa porém, com o passar dos anos a minha curiosidade tem diminuido susbtancialmente, estando neste momento sem saber se o quero ler ou não.
2. Grey de E. L. James - Grey foi a personagem que mais me intrigou na série. Do meu ponto de vista, se ele fosse explorado de outra forma e colássemos no seu caminho uma Anastasia ligeiramente diferente o livro podeira ter funcionado. Eu gostava de conhecer a história na perspetiva de Grey, mas pergunto-me Será que vou ler mais do mesmo?. Acho que a probabilidade de isso acontecer é grande, por isso não tenho a certeza de querer pegar ou não no livro.
3. O herdeiro de Sevenwaters de Juliet Marillier - Eu gostei muito dos três primeiros livros da série. Quando terminei o último fiquei com uma enorme vontade de partir para a leitura do seguinte (tanto que ele figura de listas de leituras passadas). Contudo, a minha vontade tem diminuído.

Amor de PerdiçãoGrey (Fifty Shades, #4)O Herdeiro de Sevenwaters (Sevenwaters, #4)

4. Sensibilidade e bom senso de Jane Austen - Gostei muito do livro Orgulho e preconceito, porém algumas opiniões menos positivas em relação a este livro têm afastado a minha vontade de o ler.
5. Para sempre, talvez de Cecelia Ahern - Sem saber, acabei por ver o filme antes de ler o livro. A minha pouca vontade em ler o livro advém do facto de que aconteceu o mesmo com o P.S. I love you, ou seja, vi primeiro o filme e depois quando peguei no livro não passei das páginas iniciais. 
6. O círculo fechado de Jonathan Coe - Não sei muito bem o que pensar acerca deste livro. Não sei nada sobre ele... Apenas sei que o seu tamanho me intimida e esta capa pouco apelativa me tira a vontade de ler.

Sensibilidade e Bom SensoPara Sempre, TalvezO Círculo Fechado

7. Padeira de Aljubarrota de Maria João Lopo de Carvalho - Os romances históricos têm sido um das minhas mais recentes paixões. E se até há um tempo atrás tinha muita vontade de ler este livro, ultimamente e devido a opiniões menos positivas a vontade tem diminuído.
8. Clube de sangue de Charlaine Harris - Li os dois primeiros livros da série e o vampiro Bill deu-me cabo dos nervos. Nunca mais peguei na série e não sei se algum dia voltarei a pegar. Se pegar será apenas por saber o que é feito do vampiro Eric.
9. A rainha branca de Philippa Gregory - Da autora li A rainha vermelha e a experiência não correu nada bem. Já me disseram que não comecei pelo melhor, mas continuo com algumas reticências em pegar noutro livro da autora.
10. Viver a vida a amar de Fátima Lopes - Os livros de Fátima Lopes são bem ligeiros. Já li alguns e apesar de não me encherem as medidas passava momentos agradáveis a lê-los. Contudo, acho que a minha exigência literária tem aumentado e, consequentemente, este tipo de livros me despertam cada vez menos interesse. 

Padeira de AljubarrotaClube de Sangue (Sangue Fresco, #3)A Rainha Branca (A Guerra dos Primos, #1)Viver a vida a amar

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Portefólio | Diário Pessoal 3


Neste módulo foi abordada a questão da comunicação. Foram-nos apresentadas algumas estratégias para uma boa comunicação, assim como nos apresentaram aspetos importantes acerca do funcionamento da comunicação humana. 
Para reflexão deixaram-nos as seguintes perguntas:

E tu, como comunicas?
Que aspetos gostarias de melhorar na tua forma de comunicares?
Que qualidades destacas em ti quando comunicas?
Escutas bem quando o outro fala? És observador? Estás atento?
És muito impulsivo/a na hora de comunicar ou dás muitas voltas às coisas antes de dizê-las?

És empático? És assertivo?

Que qualidades achas que deve ter um bom orador? Tens-las? Como pensas que podes adquiri-las?

Preferes ouvir ou que te ouçam?

Sim, são muitas questões, mas vou tentar responder de forma breve a todas elas.
Eu sou uma pessoa muito tímida. Nem sempre a comunicação sai como quero. Quando estou numa situação de avaliação e de grande stress, tenho dificuldade em comunicar. Fico com a boca seca, a minha voz treme e em situações de simples interação social, quando não me sinto à vontade com o grupo de pessoas, tenho tendência a gaguejar. 
Com o tempo, há certas coisas que fui aprendendo a controlar, como por exemplo, fazer apresentações para grandes grupos. Hoje em dia é algo que faço mais facilmente. Sendo assim, gostava de ter uma comunicação mais assertiva e preenchida de confiança. 

Sou expressiva e consigo cativas as pessoas. Isto acontece mais em grupos pequenos e com pessoas com quem estou completamente à vontade, mas isso passa. 

Sou muito observadora, muito atenta e escuto muito bem aquilo que os outros têm para me contar. Quando precisam da minha atenção, têm-na de forma plena. Em comunicação gosto muito de estar com o outro e para o outro. 

Não sou impulsiva quando comunico. Normalmente penso naquilo que vou dizer, mas digo-o de forma direta e objetiva (vá por vezes divago, depende dos temas).

Um bom orador é aquele que, de forma assertiva e confiante, consegue passar uma mensagem de forma cativante e de fácil compreensão para quem está do outro lado a receber a informação. Eu acho que tenho algumas dessas qualidades, porém tenho plena consciência de que tenho de ir mais longe e melhor muitos aspetos. Penso que com as experiências que vou tenho, isso me ajudará a conquistar aquilo que me falta. Porém, a nível social tenho de arriscar um bocadinho mais e sair do meu grupo de conforto (é verdade, sou tipo urso da floresta que não gosta de grandes grupos e vive mais sozinho). 

Gosto de muito de ouvir e gosto que me ouçam. Gosto de uma comunicação bidirecional. Só com este tipo de comunicação crescemos enquanto seres humanos biológicos e sociais. Se ouvirmos, não nos permitimos o desenvolvimento de competências de argumentação e de comunicação verbal, se só gostarmos que os outros nos ouçam acabamos por desenvolver aspetos narcísicos que em nada contribuem para o nosso crescimento mental e social. 
Para a comunicação, quer como para tudo na vida, tudo deve ser q.b. A comunicação é muito importante para o ser humano, por isso devemos manter-nos em relação, ouvindo e fazendo-nos ouvir. Só assim construímos pontes sólidas que nos ligam aos outros.

domingo, 6 de novembro de 2016

Por detrás da tela | Nos jardins do rei (2014)


Classificação: 6/10 Estrelas

Nos jardins do rei é um filme que nos transporta-nos para uma Paris governada pelo Rei Luís XIV, o Rei Sol. Assim, toda a trama do filme gira em torno da construção de um jardim no Palácio de Versalhes.

Eu esperava mais do filme. No geral, achei-o pouco dinâmico, em algumas partes foi até aborrecido. Faltou alguma adrenalina e algum sentimento às personagens. Achei tudo muito contigo, com interpretações pouco expressivas, à exceção de Kate Winslet que foi melhorando ao longo do filme. 
Quanto à estória em si, penso que houve aspetos no filme que poderiam ser abordados de forma mais concisa e mais explicita. Considero que, em muitas cenas, as temáticas não foram bem exploradas deixando-me com a sensação de que tudo foi demasiado superficial. 

A interpretação de Mathias Schoenaerts como André Le Notre foi fraquinha e pouco expressiva. Foi o primeiro filme que vi do autor, mas não me deixou nada convencida. Senti, também, que a química entre ele e a Kate Winslet é estranha, não consegue fazer-nos chegar a intensidade das emoções que supostamente eles deviam estar a viver. A minha questão é: Será que esta contenção sentimental se deve à época na qual o filme está inserido? É que no fundo fui sentimento mais ou menos isto em relação a todas as personagens.

É um filme mediano que nos permite, pelo menos, deslumbrar-nos com os cenários e jardins magníficos de França. De facto, quer os cenários quer o guarda-roupa estava bons e eram bastante apelativos. 

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Opinião | "A Lucidez" de Célia Correia Loureiro

A Lucidez

Classificação: 4 estrelas

Para mim, opinar sobre um conto nem sempre é fácil. Na minha cabeça tenho de reforçar a ideia de que um conto é algo limitado em termos de número de páginas/ palavras, objetivo e que é assim que devo olhar para ele. Não quero, nem posso, que a minha ânsia em saber mais acerca da estória se intrometa na minha análise do mesmo.

Eu gostei muito de ler este conto... Aliás como todo o trabalho que tenho vindo a conhecer da Célia. Sim, na minha cabeça, instalou-se aquela ânsia de querer ler mais sobre Irene, de ir mais longe na loucura que, segundo aqueles que a rodeiam, a veio visitar. 
Um conto muito bem escrito que tem como pano de fundo uma sociedade conservadora onde a forma como se olha para a saúde mental assusta os nossos contemporâneos (ainda há muita coisa a melhorar, mas é o olhar pelo passado que nos permite ver que muita coisa mudou para melhor). 

Gostei muito da Irene. Apesar de a ter conhecido muito pouco consegui empatizar com ela e com a sua dor. Uma mulher lúcida perante as fragilidades que não a permitem ser feliz nem conhecer o amor pleno. É tamanha a sua lucidez que vai sabe que precisa de mais e persegue aquilo que acha que pode conter a sua felicidade.

Espero que estas personagens conheçam outros caminhos, num lugar onde o número de  páginas não limite aquilo que podemos conhecer delas. 
Aproveitem para conhecer o trabalho da Célia. Se estão indecisos em pegar em obras mais extensas da autora, façam o download dos contos gratuitos da autora e vão ver que para além de não se arrependerem, irá nascer vós aquela curiosidade literária que vos atirará de forma compulsiva às palavras e às estórias que a Célia decidiu partilhar connosco.

Palavras Memoráveis


Às vezes o amor exige que corramos riscos. É uma questão de fé. De acreditarmos em algo que não podemos ver e em que não podemos tocar. Temos apenas de dar o salto.
Tess Gerritsen, A pecadora

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Divulgação | "Soberba Ilusão" de Andreia Ferreira


Título: Soberba Ilusão
Edição: Outubro de 2015
Autora: Andreia Ferreira
Editora: Alfarroba
Preço: 15.00 €

Sobre o livro:
O fim está próximo, mas Carla não sabe. Depois da morte de Raquel, sente-se, mais do que nunca, desamparada. Concentra-se no próximo passo: expulsar o demónio Rita da sua vida de uma vez por todas. Porém, o anjo tem um plano, os demónios querem-na morta, amigos aliam-se com inimigos, e até aqueles em quem ela mais confia escondem segredos. Ela é o alvo, mas são os outros que tombam à volta dela. Tomar decisões não é tarefa fácil. Quem é aliado, quem é inimigo? Até onde vai o nosso dever para o bem maior, quando a vida de quem amamos está em jogo? Na excitante conclusão da trilogia, iniciada com Soberba Escuridão, Carla enfrenta o seu destino - as hordas do Céu e do Inferno parecem determinadas a utilizá-la quer ela queira quer não.

Sobre a autora:
Nascida e criada em Braga, Andreia Ferreira orgulha-se muito do seu sotaque. Escreve nos cafés, rodeada de pessoas que a inspiram.
Licenciou-se em Línguas e Literaturas Europeias, fez o primeiro ano de dois mestrados e agora está a frequentar Direito.
É casada e tem um filho, que chamou de cão ao gato, de tão grande que ele é.
Aos 27 anos continua à espera da sua carta para Hogwarts.

Apoiem os autores portugueses.

Opinião | "Agora és minha" de Mary Higgins Clark

Agora És Minha
Classificação: 4 estrelas

Agora és minha é o segundo livro que leio de Mary Higgins Clark (o primeiro que li foi em co-autoria) e estava com algumas expetativas para a leitura. Estas minhas expetativas advinham das boas recomendações acerca da autora que a minha parceira Denise, do blog Quando se abre um livro, me ia fazendo chegar. 

Em geral foi uma leitura lenta, mais pela minha falta de tempo do que pelo desenvolvimento da narrativa. A autora, muito facilmente, consegue criar dinâmica entre os acontecimentos e as personagens, consegue lançar a dúvida e o mistério q.b. (foi um pouco chato porque eu desconfiei do/a assassino/a desde muito cedo na estória) e vai-nos oferecendo elementos originais e que dão um toque especial a todos os acontecimentos.

O mote que origina toda a narrativa está bastante engraçado, apesar de achar que carece de mais alguns elementos que nos deem uma maior perceção de como os crimes aconteceram. Toda a estória culmina num final um pouco apressado. Apesar de todas as pontas soltas ficarem atadas e de todos os mistérios serem resolvidos, penso que a autora deveria dar mais espaço para que as coisas terminassem uma forma mais lenta e mais concreta em relação a alguns aspetos mais concretos.

É um livro com um bom mistério e com personagens interessantes. Gostei muito da Susan e da sua personalidade empática. Queria ter tido acesso a um bocadinho mais do seu mundo interior. É uma mulher inteligente e isso passou de forma perfeita para as páginas do livro. 

É um pouco complicado explorar este tipo de livro, pois podemos cair na asneira de revelar mais do que aquilo que devíamos. Assim, aos amantes de mistério apostem na leitura deste livro. Quanto a mim, pretendo ler mais livros da autora. 

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Divulgação | "Maria, vai-te deitar" de Lubélia Sousa

Titulo: Maria, vai-te deitar!
Edição: Setembro de 2016
Autora: Lubélia Sousa
Editora: Chiado Editora
Páginas: 206 páginas
Preço: 12,00€

Sobre o livro

Uma cobra, uma formiguinha, uma abelha e sopa da pedra?
Sim, descobre estes e outros contos dentro do livro!
Um história todos os dias ao acordar ou ao adormecer.