E foi ontem que o Verão chegou por estas bandas... Não é a minha estação do ano preferida (longe disso), mas para muita gente significa mais descontração e mais tempo para leituras.
No meu caso, o tempo para leituras será mais ou menos o mesmo que tem sido até ao momento, mas quero fazer uma lista (não tivesse eu ficado viciada nelas)...
Em primeiro lugar, vamos olhar para as listas passadas:
Primavera 2014 - Terminada
Verão de 2014 - 8/10 livros lidos
Outono de 2014 - 7/10 livros lidos
Inverno de 2014/15 - 6/10 livros lidos
Primavera de 2015 - 4/10 livros lidos
Verão de 2015 - 6/10 livros lidos (poderiam ser 7 se não tivesse desistido de um)
Outono de 2015 - 6/10 livros lidos
Inverno 2015/2016 - 7/10 livros lidos
Primavera de 2016 - 3/10 livros lidos
Finalmente, dois anos depois, consegui terminar a minha primeira lista. Em relação às restantes, houve mudanças, uma vez que consegui ler livros de listas anteriores, num total de 7 livros.
E agora, neste Verão, pretendo ler os seguintes livros (vou repetir livros de listas anteriores):
Teia de Mentiras (Heather Gudenkauf)
Quando ruiu a ponte sobre o Tamisa (Ana Gil Campos)
E tudo o vento levou (volume 2) (Margaret Mitchell)
As rosas de Atacama (Luís Sepúlveda)
A livraria (Penelope Fitzgerald)
Morte súbita (J. K. Rowling)
A rapariga no comboio (Paula Hawkins)
A grande revelação (Julia Quinn)
Para Sir Phillip, com amor (Julia Quinn)
Estrada vermelha, estrada de sangue (Moira Young)
Nota: Esta não era a temática sugerida pelo site do The broke and the Bookish
A Rainha de Verão é o segundo livro que leio da autora Elizabeth Chadwick. Antes de mais, quero agradecer à Editora Topseller por me ter proporcionado a oportunidade de ler este livro, oferecendo-me um exemplar.
Este livro insere-se dentro da categoria dos Romances históricos e conta-nos a saga de Leonor de Aquitânia enquanto Duquesa de Aquitânia e Rainha de França. Como não conheço os factos históricos, não posso afirmar se a autora foi ou não fiel à realidade. Contudo, é perceptível o trabalho de pesquisa, o cuidado em detalhar o mais fielmente possível os acontecimentos, as personagens e as realidades pelas quais elas vão passando.
Com uma narrativa sólida e muito bem construída, somos convidados a entrar num mundo de poder, disputas, guerras, perdas e conquistas. Há muitos sentimentos à mistura e autora consegue deixá-los transparecer muito bem para o leitor. Elizabeth não se resume apenas a contar a história, ela procura sempre mostrar-nos os factos e o mundo interior daqueles que os protagonizam.
Leonor, tal como a escritora referiu na nota final do livro, é uma mulher do seu tempo, mas que com uma visão ampla. O seu sentido prático, a sua inteligência e a sua sensibilidade tornam-na numa personagem carismática, com valor e por quem estamos sempre a torcer para que as coisas lhe corram bem.
Luís VII assume muito novo a regência de França. Com Leonor a seu lado tinha tudo para que corresse pelo melhor. É muito interessante conhecer a relação entre estas duas personagens. Elas acabam por crescer juntas, assim como o amor que não existia no momento de união cresceu com eles. Porém, a forma como se deteriorou é dura, desgastante e demonstra o quão negra é a personalidade de Luís. De um jovem amoroso, inocente e feliz, pouco sobra ao Luís que encontramos nas últimas páginas. No fim temos um homem que se deixou consumir pelas ideias negras dos outros, pelo fanatismo por um Deus que ele busca incessantemente e que assume o protagonismo do seu amor. No fundo, penso que Luís nunca deixou esse fanatismo. Tornou-se num homem azedo, cheio de ódio e de rancor. Leonor, sendo portadora de uma alma livre, fresca e cheia de cor, não lidou muito bem com este seu "novo" marido.
Foi muito interessante olhar para este período histórico, para a mestria da autora em ligar acontecimentos e em tornar as personagens interessantes e vivas aos olhos do leitor. Ao lermos a última página fica o sentimento de querer saber mais sobre Leonor e de como ela vai encarar mais uma etapa da sua vida.
Por fim quero realçar a utilidade das árvores genealógicas no início do livro. Elas são uma ferramenta útil para percebermos as interações entre as personagens que vão aparecendo na narrativa. Notei, também, a presença de algumas gralhas que passaram no processo de revisão do livro, mas que não interferem no prazer e compreensão da leitura.
Fico à espera de um novo livro da autora.
Nota: Este livro foi-me cedido pela editora em troca de uma opinião honesta.
As pessoas são como os bolbos de jacinto. Tudo o que podemos fazer é criar um sítio bom para que as pessoas cresçam, mas cada pessoa é responsável por crescer na altura certa. Se interferirmos, só vamos criar feridas. Por melhores que sejam as nossas intenções. E por vezes o crescimento é uma coisa muito silenciosa, como os bolbos no frigorífico. Por vezes nem nos apercebemos que está a acontecer, mas isso não quer dizer que não esteja.
Depois de um mês (menos um dia) a acompanhar os acontecimentos que se desenrolaram nestas páginas, sinto alguma dificuldade em colocar por palavras aquilo que senti com a leitura e palavras que façam justiça à grandeza desta obra.
Neste livro tudo nos é apresentado ao pormenor. A autora consegue detalhar com grande precisão tudo o que se vivia na época histórica que serve de pano de fundo ao desenrolar da ação narrativa. Em certos momentos, ficava exausta com a leitura e com tantas descrições, mas sei que a autora procurou caracterizar o melhor possível tudo o que rodeava aquelas personagens para que pudéssemos interpretar e compreender o seu comportamento.
Assim, no contexto histórico da Guerra Civil Americana, Margaret Mitchell traz-nos uma narrativa que espelha, sem filtros, os contornos da sociedade Americana, a vida dos escravos, as divergências políticas ao mesmo tempos que a preenche de personagens cheios de particularidades que as tonam inesqueciveis para os leitores.
Ao ler o livro, senti que autora queria dar-nos a conhecer a realidade nua e crua daqueles tempos. Não se preocupou em construir e embelezar personagens para que elas se mostrem melhores aos olhos dos leitores. No fundo, procurou oferecer-nos personagens reais, com diferentes particularidades e personalidades para que se tornassem vivas para nós.
Não simpatizei nada com a Scarlett (porque tenho muita dificuldade em lidar com pessoas egoístas), mas considero-a como uma das personagens mais bem conseguidas, tal como Rhett Butler.
Scarlett é uma menina/mulher egoísta, senhora do seu nariz e com um amor desmedido por um homem que nada tem que ver com ela. Mas como é orgulhosa, faz trinta por uma linha para ficar mais próxima dele. Acho um bocado doentio este amor. Porém, mais para o fim do livro, penso que estejamos mais na presença de uma mulher ferida e orgulhosa que não aceita uma recusa. Esse orgulho não lhe permite ver e abraçar outras situações.
Nem sempre gostei da forma como ela se relacionava com Melanie. São o oposto uma da outra. Por vezes, gostava de ver mais atitude e assertividade por parte de Melanie, mas a personalidade dela foi construída com base na ingenuidade e bondade o que faz com que ela seja um bocado cega perante as "farpas" egoístas de Scarlett.
Apesar de tudo, acho que a autora construiu tudo em volta delas de forma a que elas se possam complementar em alguns aspetos. E este cuidado da autora faz com que a forma como elas vão crescendo e evoluindo ao longo da narrativa se torne interessante.
E enquanto a sociedade vive tempos de Guerra e ora pelos seus militares, Rhett é suficientemente inteligente para saber lucrar com esta situação, ao mesmo tempo que o seu olhar sagaz sabe analisar a verdadeira essência desta Guerra. Para além disso é o único que conhece a verdadeira personalidade de Scarlett e vai "brincando" com isso ao longo do livro. Ao contrário de Scarlett, gostei de Rhett. Penso que a inteligência e a sinceridade dele me conquistaram. Ele define-se como um homem egoísta, mas eu não o consegui ver como tal. Na minha opinião, penso que é egoísta no que toca aos negócios, mas trata sempre as pessoas de forma delicada e atenciosa (pode estar a ser falso, mas não me pareceu). Aquilo que me irritou nele, é que ele devia ter sido mais direto com a Scarlett e fazer com que aquela cabeça mudasse um bocadinho. Espero que o segundo volume me traga isso.
É uma obra tão vasta e cheia de contornos, que é muito difícil conseguir colocar em palavras tamanha densidade. Acho que é preciso ler para se compreender a magnificência deste livro. O tamanho assusta, a densidade da história condiciona o ritmo de leitura, porém não deixa de ser um prazer conhecer cada recanto de Tara, cada drama exagerado de Scarlett, cada comentário certeiro de Rhett e chegar a um final que nos surpreende. Sim, a atitude de Melanie e de Scarlett na fase final do livro foi uma surpresa enorme e que me deixou muito curiosa para ler o segundo volume desta saga.
Já há muito tempo que queria iniciar esta rubrica aqui no blog.
Aquilo que pretendo com ela é: escolher um autor, falar dos livros que já li e que me faltam ler e o que eu acho da escrita do autor.
Para iniciar escolhi o autor: Nicholas Sparks
Reconheço que foi dos primeiros autores que me fizeram ler compulsivamente na adolescência. Porém, o meu crescimento e a presença de outras leituras retiraram o papel de destaque que este autor tinha na minha vida literária.
Inicialmente, adorava-o. Li os livros dele com uma avidez inexplicável. Ficava derretida com as histórias de amor que preenchiam aquelas páginas... Depois de ler muitas obras seguidas do autor, parei durante muito tempo e só voltei a lê-lo em 2011.
Eu continua a gostas das obras do autor, porém já não me encantam tanto; às vezes aborrecem-me porque acho que o escritor usa sempre a mesma fórmula e porque comecei a compará-lo com outros romances.
No total, ao longo da minha vida enquanto leitora, já li 16 livros do autor:
Corações em Silêncio
Uma escolha por amor
A alquimia do amor
À primeira vista
Quem ama acredita
O sorriso das estrelas
Uma vida a teu lado
Laços que perduram
Uma promessa para toda a vida
Dei-te o melhor de mim
Melodia do adeus
Um refúgio para a vida
As palavras que nunca te direi
O diário da nossa paixão
Um momento inesquecível
Juntos ao luar
Não me lembro de todos os enredos e dos pormenores que os caracterizam. Não me lembro de todas as personagens criadas por Nicholas Sparks. Restam as boas memórias do meu livro preferido, O diário da nossa paixão e do livro que até hoje menos gostei Dei-te o melhor de mim.
Um aspeto que tenho bem presente é o facto do autor recorrer a casais em diferentes etapas de desenvolvimento, ou seja, casais jovens e casais mais adultos. Eu prefiro as histórias protagonizadas por casais mais velhos. Sinto-as com outra intensidade e acho-as mais ternurentas.
Apesar desta longa lista de livros lidos, ainda me faltam:
Uma viagem espiritual
Um homem com sorte
No teu olhar
Três semanas com o meu irmão
Uma viagem espiritual foi um livro que não quero ler. Não me desperta a atenção.
Em relação aos outros dois, já tentei ler Um homem com sorte mas desisti ao fim de meia dúzia de páginas. Estava a ser uma leitura penosa e pouco interessante e acabei de abandonar o livro. Apesar disso, vi o filme e gostei. Por isso, talvez um dia ainda lhe volte a dar uma oportunidade. No teu olhar é um livro publicado recentemente e que também poderei vir a ler um dia num futuro próximo ou mais longínquo.
E vocês, gostam dos livros de Nicholas Sparks? Qual é o vosso preferido?
Uma misteriosa mulher encontrada inconsciente numa rua de Bombaim. O dia a dia de uma família real indiana. Uma inquietante viagem por Goa. A luxuosa vida de uma princesa indiana em Londres. Um amigo inusitado (e conhecido por todos) com quem a princesa tem as mais íntimas confissões. As certezas de um casamento seguro e tranquilo abaladas por uma paixão inesperada que a princesa não sabe explicar nem controlar. Reencontros, dúvidas, angústias e revelações na vila de Sintra.
Numa escrita marcada pela fantasia, paixão, beleza e exotismo, a autora aborda temas como a globalização, as disparidades entre a pobreza e a riqueza, o nosso papel na sociedade, o amor e a paixão.
Sobre a autora
Ana Gil Campos, autora do romance A segunda pele da acácia mimosa, mereceu os seguintes panegíricos pela crítica: «incrível talento que permitiu a autora entrar no mundo da literatura já com uma obra bastante madura.»; «apenas de vez em quando somos surpreendidos por um autor que revele já muito talento na primeira publicação.»; «adorei a forma maravilhosa de escrever de Ana Gil Campos, tão bela e profunda.»; «uma escritora que promete.»; «um excelente exemplo desta nova geração de escritores portugueses que provam saber escrever com alma.»; «escreve de uma forma absolutamente poética e linda que me encantou.»; «conquistou-me com a sua escrita e será uma autora que vou querer seguir, ficando a aguardar com grande expectativa o seu próximo trabalho.»; «é, sem sombra de dúvida, uma ótima aposta num novo talento da escrita em português.»
Escreveu para o Expresso de 2009 a 2014 e colaborou com a revista Exame de 2011 a 2013. Esporadicamente publica contos na plataforma Capazes desde maio de 2015. Dedica-se com regularidade ao seu blog pessoal (www.anagilcampos.blogspot.com).
Dando continuidade ao nosso projeto conjunto, foi a vez da Denise me enviar um livro para uma próxima leitura.
O livro recebido foi:
Regressar de Catherine Mckenzie
Foi uma surpresa muito agradável e espero gostar desta leitura. Nunca li nada da autora, conhecia o livro porque a Denise já o leu, mas parece-me que se insere dentro do género de livros que gosto.
Adorei a capa, em particular o vestido que a rapariga que tem. Tenho um casamento este ano e, como ando a ver vestidos, a minha atenção ficou logo presa nele.
Vamos lá espreitar os motivos que estão por detrás do envio deste livro.
Jack Quinlan viveu assombrado durante décadas pelo assassínio brutal da sua mãe, cujo corpo foi ele que encontrou, em adolescente, no celeiro da quinta da família. Na altura, o caso abalou a pequena cidade de Penny Gate, à qual Jack evitou regressar durante anos.
O passado nunca fica esquecido
Quando a sua tia Julia sofre um acidente e acaba em coma no hospital, Jack e a mulher, Sarah, veem-se obrigados a enfrentar o passado de que Jack vinha a fugir. À medida que a verdade sobre o acidente de Julia começa a revelar-se e este se transforma num caso de polícia, Sarah apercebe-se de que nada sobre a família do marido é o que aparentava ser.
Onde está a verdade?
Apanhada numa teia de mentiras e de perguntas sem resposta, Sarah mergulha no confuso passado de Jack à procura da verdade. No entanto, quanto mais se vê envolvida, mais difícil se torna para ela escapar de uma realidade para a qual poderá não estar preparada.
Num crescendo de ritmo e ação, este é um thriller de conspiração internacional com um final alucinante, que os amantes do género não podem perder.
Sobre a Autora
Heather Gudenkauf é uma autora norte-americana, bestseller do New York Times e do USA Today, que já conta com cinco romances publicados.
Nascida no Dakota do Sul e criada no Iowa, desde muito pequena que se apaixonou pelos livros e encontrou na leitura o seu lugar de eleição, tornando-se uma leitora voraz e plantando, assim, a semente da escrita. Licenciou-se em Educação e tornou-se professora, ocupação que ainda exerce em paralelo com a sua atividade de escritora.
Já se torna habitual para mim ver os filmes que partiram da adaptação dos livros de Nicholas Sparks. A curiosidade e o meu lado mais romântico acabam sempre por falar mais alto.
Li o livro Uma escolha por amor em 2014 e acabou por ser um dos livros do autor que mais gostei de ler. As personagens e o enredo eram interessantes e facilmente prenderam a minha atenção. Assim, posso dizer que estava com expetativas bastante elevadas.
No geral, a adaptação do filme está bem conseguida. Não está 100% fiel ao livro, mas os traços gerais da história foram transferidos para a tela. Gostei muito da interpretação dos autores que deram a vida à Gabi e ao Travis. Os momentos de interação entre os dois são marcados pela emoção e pelo sentido de humor. Os cães, Moly da Gabi e Moby do Travis, são deliciosas e também têm os seus momentos de protagonismo onde acabam por dar um toque especial à história e à relação de Travis e Gabi.
Um aspeto que esteve muito mais claro e desenvolvido no livro foi o dilema que Travis teve de enfrentar. Acho que o filme não deu destaque suficiente e relevante que esta questão merecia.
As personagens secundárias que vão aparecendo ao longo do filme também contribuíram positivamente para as situações de conflito e mudança ao longo da ação.
Das coisas que mais gostei foram os cenários. Eram maravilhosos!! As praias, as paisagens e a floresta deram um ambiente muito especial ao filme, assim como a banda sonora que acompanhou o desenvolvimento da história.
É um filme que recomendo a todos aqueles que gostam de uma história de amor.
Esta TAG foi criada pela Jojo, do blog Os devaneios da Jojoe que relaciona gatos e livros, duas das paixões de muitos livrólicos. Eu gosto muito de gatos, mas a minha paixão é dirigida aos cães. Contudo, isso não me impede de responder a esta TAG.
ESFINGE - Um gato muito meigo e que é usado com frequência na terapia de crianças doentes e idosos. Também é um gatinho muito quente, literalmente. O contacto pele com pele faz toda a diferença. - Escolhe um livro doce que te aqueceu o coração.
Amor à primeira vistade Catherine Anderson
Tenho uma vasta lista de livros que me aqueceram o coração... Não sei porquê, mas hoje foi este que chegou logo ao meu pensamento. É um livro com muito romance, de superação e que nos mostra que quando há amor não há barreiras.
SIAMÊS- Gatos muito curiosos e com um comportamento semelhante ao dos cães. - Escolhe um livro que te deixou curiosa em relação a um tema.
O Regresso de Victoria Hislop
Este livro deixou-me curiosa em relação à Guerra Civil Espanhola. Lembro que na altura em que li este livro ainda fui procurar algumas coisas sobre este período da história espanhola.
AZUL RUSSO - Gatos muito meigos com os seus donos, mas muito reservados na presença de estranhos. - Escolhe um livro que adoraste mas que tens medo de recomendar a alguém.
A mulher do viajante no tempo de Audrey Niffenegger
Não é um livro muito fácil de ler. Os constantes avanços e recuos no tempo podem ser confusos para alguns leitores, acabando por comprometer a leitura.
GATO DOS BOSQUES DA NORUEGA - Um gato dotado de uma inteligência fora do normal, ainda que muito meigos com os donos, são muito desconfiados com estranhos. - Escolhe um livro que tens medo /desconfiança de ler.
O filho de Thor de Juliet Marillier
É um livro que já está na minha estante há muito tempo, mas que estou com algum medo de lhe pegar. Eu tenho uma relação complicada com a fantasia, e apesar de ter gostada de outros livros que li da autora, este não me dá confiança para avançar.
BOBTAIL JAPONÊS - Considerada uma raça "falante" o bobtail consegue emitir toda uma escala de sons, o que leva à crença popular de que é um gato que sabe cantar. - Escolhe um livro que associas a uma música.
Perdidos de Rute Canhoto
Pela quantidade de vezes que ouvi a música enquanto lia o livro, é inevitável associar este livro à música When the love falls (raining version) de Yiruma.
DEVON REX - A Jojo (criadora da tag) considera que o Devon Rex é um gato lindo, por ser diferente do habitual, com o seu pelo ondulado. - Escolhe o livro mais lindo da tua estante.
O Principezinho de Antoine de Saint.Exupéry
Li este livro pela primeira vez quando estava no nono ano. Entretanto emprestei o meu livro e ele nunca mais foi devolvido... Até que uma pessoa especial me oferece esta edição linda. Sem dúvida que este é o livro mais lindo da minha estante, consegue aliar a beleza física à beleza da história.
EGYPTIAN MAU - Um gato muito lindo e extremamente raro. - Escolhe um livro que nunca emprestarias a ninguém sem antes redigires uma cláusula de responsabilidade.
Não tenho nenhum livro para esta categoria. Com tempo tenho-me tornado uma pessoa menos apegada às coisas materiais. Se um livro foi especial para nós, a história permanece dentro de nós e isso é o mais importante...
Eu adoro ver os livros que passam a habitar as estantes das outras pessoas. Seja por compras, empréstimos, ofertas, trocas... Por isso, é justo que partilhe os livros que me vêm parar às mãos ao longo dos diferentes meses do ano.
Então, quem é que cá chegou durante o mês de Maio?
Trocas
Este ano tem sido muito produtivo no que toca às trocas. Só em Maio foram estas três. Ainda não li nenhum, mas só tenho experiência com livros de Elizabeth Adler.
Oferta Editora
Estou muito, muito curiosa em relação a este livro. Já li um livro da autora e gostei muito. Vamos ver o que estas páginas me reservam... Será a minha próxima leitura.