segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Por detrás da tela | Victoria - 2ª Temporada (2017)

Resultado de imagem para Vitoria 2ª Temporada
Classificação: 10/10 Estrelas

Foi com grande satisfação que no passado mês de outubro vi a RTP 1 apostar na transmissão da segunda temporada da série Vitoria. Gostei tanto da primeira, que ia cheia de expetativas para o visionamento da segunda. Posso afirmar com total certeza que todas elas foram superadas. 

Nesta segunda temporada conseguimos assistir às várias dimensões da personalidade de Vitoria. Acedemos ao reforçar da vida como Rainha, mãe, mulher e esposa de um homem com uma personalidade tão forte quanto a dela. 
Os oito episódios são preenchidos de temáticas interessantes, reflexivas e que nos mostram um rainha que me pareceu ser muito especial para a época. 

Eu fico sempre deliciada com os cenários, com o guarda-roupa e com a banda sonora... Na minha opinião são elementos que fazem com que a série seja ainda mais especial.

Para quem gosta de História está série é muito boa e tenho a certeza que fará as delicias desses espetadores. Será que vem uma terceira temporada? 

sábado, 9 de dezembro de 2017

TAG | Inverno de palavras


Em 2013, eu e a Catarina do atual blog Sede de infinito, fizemos um especial de Natal. Deste especial nasceram duas Tags: Inverno de Palavras e Presépio em Livros

Hoje decidi repetir uma delas. Já há muito tempo que não respondia a uma Tag e achei que era uma boa altura de fazer renascer uma original (acabei por reformular um dos itens). Caso a queiram fazer, sintam-se à vontade para a levar, assim como a do presépio. Se responderem, deixem-me os links nos comentários que terei todo o gosto em ver as vossas respostas.

Paisagem em Branco | Indica um livro com cores/Imagem que te lembrem o Inverno


Tatiana  (The Bronze Horseman, #2)

Solstício de Inverno | O dia mais pequeno do ano acontece em Dezembro, indica um livro com poucas páginas ideal para ler nestes dias com pouca
Corações na Escuridão (Hearts in Darkness, #1)

Este livro tem um enredo muito rápido e cativante. Com alguma disponibilidade consegue-se ler num dia.

Noites Longas | As noites estão longas o que convidam a longos serões de leitura à lareira, indica um livro que se torna numa excelente companhia pela noite dentro.
Doces Silêncios

Este livro é um doce irresistível e que me fez roubar horas ao sono.

Pensamentos Profundos | O inverno e as noites longas convidam à reflexão, indica um livro que te deixou a pensar nele por muito tempo depois de terminares a leitura.
Mil Sóis Resplandecentes

Uma das minhas leituras preferidas deste ano. Um livro que é um verdadeiro murro no estômago. Fiquei imenso tempo a pensar nas personagens e na vida que elas tiveram que levar.

Natal de Partilha | A maior festa do ano acontece no Inverno, o Natal, partilha com os leitores a tua melhor leitura de 2017
A Promessa (Belle #2)

Desde que monitorizo as leituras no Goodreads, este foi o ano em que tenho menos livros classificados com cinco estrelas. O ano está a terminar e não sei se ainda me vou surpreender mais, mas posso dizer que este livro da Lesley é fantástico e, até agora, a minha melhor leitura.


Cenário Bucólico | A calma do inverno convida à reflexão indica uma música que escolherias para te acompanhar nas leituras ou simplesmente que preencha os teus momentos de silêncio. 

Esta música é fenomenal. 

Ano Novo | O novo ano aproxima-se, fazem-se projectos, pensa-se em sonhos que queremos concretizar. Indiquem um autor que nunca leram e gostariam de ler em 2018.


Será que em 2018 conseguirei ler algum livro deste autor português? Já ando há imensos anos a tentar ler José Saramago e nunca consigo pegar num livro dele. Confesso que tenho algum receio e talvez seja isso que me esteja a bloquear a leitura.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Palavras Memoráveis


Dir-se-ia que abraçar alguém com força traz a pessoa para mais perto. Dir-se-ia que podemos agarrar a pessoa tanto, tanto que ainda a sentimos gravada em nós quando nos separamos.
Rainbow Rowell, Eleanor & Park

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Opinião | "Antes de eu morrer" de Jenny Downham

Antes de Eu Morrer
Classificação: 3 Estrelas

Assim que os meus olhos se cruzaram com este livro na biblioteca fiquei muito intrigada com ele. Talvez tenha sido o título a puxar a minha atenção. O que é certo é que acabei por o trazer para casa. Eu não li a sinopse e estava com a ideia (errada, pois está claro) que não seria um livro com adolescentes. O que é certo é que acabei por me embrenhar numa história onde a protagonista é uma adolescente em fase terminal de vida.

Esta foi uma leitura em que os meus sentimentos oscilaram de forma abismal. Houve partes que gostei muito, houve outras tantas que me aborreceram... Tive momentos em que me emocionei e outros em que não senti absolutamente nada. Por exemplo, houve momentos em que a Tessa estava em grande sofrimento, porém eu não consegui fazer essa transferência para mim. Não sei... Apenas senti ali a falta de alguma coisa que me fizesse aproximar da Tessa e dos seus sentimentos e frustrações.

Apesar desta distância, eu percebi as motivações da Tessa. Consegui enquadrar todos os seus comportamentos e emoções. Contudo houve alturas em que me irritei perante a enorme insensibilidade dela para com os outros e, em especial, para com o seu pai. 

Os momentos finais do livro não são fáceis de ler. Acho que, nesta momento da narrativa, a autora conseguiu captar uma essência muito especial da alma de Tessa e daquelas que a acompanharam ao longo dos anos. Fez pensar em muitos aspetos da minha esfera pessoal, na forma como lido com as pessoas e na forma como as pessoas lidam comigo.
É doloroso ver a serenidade que se vai instalando no íntimo desta jovem. Apesar de grande parte da sua vida ter estado marcada pela doença, no fim ela consegue sugar o melhor daquilo que viveu e consegue chegar ao coração dos leitores. 

É uma leitura muito simples onde a autora recorre a uma escrita clara e sem meias verdades. Não é um livro focado na doença, mas sim no mundo emocional e comportamental de uma jovem que está prestes a receber a morte. 
Foi uma boa leitura apesar de não me ter marcado tanto quanto eu esperava. 

domingo, 3 de dezembro de 2017

Passatempo de Natal | "A síndrome de Peter Pan" de Eliana G. Pyhn

Ontem iniciamos o mês do Natal. Este ano quero fazer algumas coisas especiais aqui pelo blog a ver se me animo um bocadinho e acabo por entrar no espírito da quadra.

Para iniciar as atividades decidi lançar um passatempo com um livro da minha estante. Escolhi oferecer-vos o livro "A síndrome de Peter Pan" da autora Eliana G. Ryhn.
A Síndrome de Peter Pan


Regras de participação:
  • O passatempo decorrerá desde o dia 3 de Dezembro até às 23:59 do dia 25 de Dezembro;
  • Tem que ser seguidor do blog;
  • É permitida uma participação por pessoa;
  • Só serão permitidas participações a residentes em Portugal;
  • O nome do vencedor será revelado logo após o término do passatempo;
  • O vencedor será contactado por e-mail e terá 48 horas para responder ao e-mail. Caso não obtenha resposta, será escolhido um novo vencedor;
  • O blog não responsabiliza-se pelo dano ou extravio do mesmo.



sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Novembro | Quem chegou?

E, quase sem darmos por isso, entramos no último mês do ano. Com o mês de novembro terminado está na altura de saber que livros chegaram cá a casa.

Biblioteca
Tua Para SempreA Boneca De Kokoschka

Ir à biblioteca e não trazer nada não faz parte da minha conduta. Trouxe o livro Tua para sempre para o desafio Christmas in the Books. A Boneca de Kokoschka veio pela curiosidade de experimentar as obras de Afonso Cruz. Do autor apenas li um conto e quero conhecer mais.

Trocas
Nem um Som

Depois de ter lido Teia de mentiras fiquei com muita vontade de conhecer outras obras da autora.

Empréstimos
A Bela e o Vilão (Bridgertons, #6)Aquele Beijo (Bridgertons #7)A Caminho do AltarOs Bridgerton Felizes Para Sempre (Bridgertons, #1.5-8.5; 9.5)

Graças à generosidade da Marta, do adormecido blog I only have, vou ter a oportunidade de de continuar a ler esta série e de a terminar. Aliás ela patrocinou toda a leitura da série, pois foi ela que me enviou todos os livros. Obrigada, Marta. 

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Desafio musical | Dia 30 - Uma música que te lembre de ti

Carminho e Marisa Monte
Chuva no mar

Palavras Memoráveis


Eu sabia como era não ter dono, não ter uma casa onde alguém nos queira bem. E ele era um lutador. Como eu.
Barbara O'Connor, Apenas um desejo

Opinião | "A linha ténue do passado" de Mónica Cortesão Gonçalves

A Linha Ténue do Passado
Classificação: 1 Estrela

Gosto sempre de dar uma oportunidade aos autores portugueses. Cabe-nos a nós não deixar que o trabalho deles fique esquecido. Nestas minhas aventuras por novos autores nacionais tenho-me cruzado com agradáveis e desagradáveis surpresas. Mas é certo, só poderemos formular estas nossas opiniões se dermos uma oportunidade aos livros e, consequentemente aos autores que os fazem nascer.

A linha ténue do passado marca a minha estreia com a autora Mónica Cortesão Gonçalves. Ganhei este livro num passatempo e estava na estante há algum tempo. Infelizmente, esta foi um leitura pouco agradável. É um livro muito pobre, com maus diálogos e com personagens mal exploradas e apresentadas. 

Eu gostei da premissa que está por detrás de todo o enredo. Temos um passado familiar para descobrir, uma casa de familiar para explorar e alguém que se sente curioso a desvendar todas estas particularidades em busca de respostas. A curiosidade ainda se aguça mais ao saber que ali há um pouco das vivências de núcleo familiar durante a 2ª Guerra Mundial.

Infelizmente, a forma como a autora deu corpo a tudo o que povoava a sua imaginação não correu bem. A autora precisava de amadurecer a sua escrita, ler mais obras no sentido de perceber qual a dinâmica que está por detrás da construção de um livro, nomeadamente na construção dos diálogos e da sequência narrativa.
Os diálogos são bastante artificias, com pouca expressividade e aborrecidos. Isto dificultou imenso a minha ligação às personagens. Outro aspeto pouco positivo é o facto de a autor se limitar a contar o que vai acontecendo, mas precisa de mostrar, precisa de nos dar acesso ao interior e exterior das personagens e não se limitar a escrever o que aconteceu. Todos estes aspetos fizeram com que eu sentisse este livro como uma leitura bastante artificial, apressada e pouco realista.

Para mim, um bom escritor tem que ser um bom leitor. Aprendemos imenso a ler os outros e a refletir sobre como os outros escrevem e constroem as suas histórias. Penso que a autora ganharia muito se lesse mais e de forma atenta e reflexiva. Penso que iria melhorar de forma exponencial o seu processo de escrita.
Que este livro seja apenas uma primeira experiência de onde possa retirar as suas aprendizagens para, num futuro, fazer melhor.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Desafio musical | Dia 29 - Uma música que te lembra a infância

Linda se Suza
Chuvinha

ACMA | Conforto


Este mês, o ACMA convida-nos a refletir sobre o conforto. Ora, eu queria fugir um bocadinho aquilo que poderia ser mais comum ou que facilmente associamos a situações de conforto. Esta reflexão levou-me aos livros e ao conforto que deles podemos obter, e lembrei-me de falar sobre Biblioterapia.
Aos longos dos anos têm emergido diferentes definições e abordagens para o tema. A primeira definição surgiu em 1941, no dicionário especializado norte-americano Dorland’s Ilustrated Medical Dictionary, definindo biblioterapia como “o emprego de livros e a leitura deles no tratamento de doença nervosa”.
No decorrer dos anos seguintes foram muitos os autores que se dedicaram a estudar o tema. Mais recentemente, as autoras Ana Cristina Abreu e Anabela Henriques (2013, p.96), procurando apresentar-nos uma definição mais ampla do conceito, definiram biblioterapia como “uma atividade com vertentes preventiva e terapêutica que, através da leitura de livros de ficção ou de autoajuda, individualmente ou em grupo, tem o propósito de facultar uma experiência recobradora da saúde, ou permitir um contínuo desenvolvimento, em qualquer idade do ciclo vital”. Podemos referir que esta atividade é um recurso que, quando bem utilizado, poderá funcionar como um excelente aliado das técnicas psicoterapêuticas. Assim, através dos livros estamos a oferecer conforto aos pacientes no seu processo de superação pessoal e na conquista pela sua saúde mental.
O interesse pela temática tem vindo a ganhar lugar no mundo da investigação e a diversa literatura científica reforça o valor da biblioterapia como uma ferramenta psicoterapêutica extremamente útil no tratamento da doença mental. Complementando esta informação, as investigações apontam para o aumento da eficácia da psicoterapia quando combinada com a biblioterapia. Neste sentido, a investigação acerca da combinação destas ferramentas mostra que realmente existem benefícios no tratamento de depressão, alcoolismo, automutilação, ataques de pânico, disfunção sexual e na promoção de competências socais (Fanner & Urquhartt, 2008).
Por fim, uma outra investigação que eu achei bastante interessante á a da autora Maria Silva (2011). Esta autora desenvolveu uma investigação em que aplicou as técnicas de biblioterapia junto de crianças do ensino pré-escolar na gestão emocional, nomeadamente na gestão do medo e da agressividade; aspetos tão presentes nesta etapa do desenvolvimento.
Esta é um campo de investigação ainda recente e, por isso, penso que ainda há um longo caminho a percorrer. Porém, nada invalida que reconheçamos a importância dos livros e os benefícios associados à leitura. Para mim, a leitura é uma enorme fonte de conforto, de descontração e de estimulação. Através dos livros consigo desenvolver-me enquanto profissional, enquanto pessoa e enquanto ser emocional. Desta forma, acho que não será diferente para outros leitores. Espero que muitas outras pessoas se dediquem a este tipo de investigações. Pessoalmente, se tivesse disponibilidade gostaria de explorar as potencialidades da leitura em crianças ao nível da gestão emocional, da agressividade e de comportamentos de oposição e na estimulação da inteligência emocional e empatia.
Se quiserem fazer parte deste projeto, basta falarem com a Ju, através do seguinte email, acma.cultura@gmail.com. O projeto também está presente no facebook, através da página que podem consultar aqui.

Lista de criadores:

 
Azevedo, F., & Haydê, C. (2016). Práticas e discursos académicos sobre biblioterapia desenvolvidas em Portugal.  Álabe,  14, pp. 1-14.
Fanner, D., & Urquahartt, C. (2008). Bibliotherapy for mental health services users part I: A systematic review. Health Information Libraries Journal, 25, pp.237-252.
Silva, M. P. T. da (2011). Biblioterapia na educação pré-escolar: a gestão do medo e da agressividade. Dissertação de Mestrado, Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti, Porto, Portugal. 74 f. Retirada  de 2015,  http://repositorio.esepf.pt/ handle/10000/479

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Desafio musical | Dia 28 - Uma música de um(a) cantor(a) que amas a sua voz

Adele
Love song

Por detrás do autor | Ana Beatriz Cruz


Resultado de imagem para Ana beatriz Cruz


Ana Beatriz Cruz, mãe, entusiasta pela escrita.
Apaixonada por poesia, por contos infantis e crónicas. Não há um dia que não escreva nem que seja um qualquer recado.
Formada em Jornalismo e Comunicação. Mestre em Jornalismo, Comunicação e Cultura.


******


Como é que nasceu a Ana escritora? O que é que a Ana escritora tem da Ana enquanto mulher e Ser Humano?
A Ana escritora nasceu há mais de dez anos quando conheci Pessoa e Florbela. Na altura devorava os seus poemas e li-os vezes e vezes sem conta. Descobri que gostava de escrever, e por isso decidi formar-se em Jornalismo e Comunicação, e mais tarde tirei o mestrado em Jornalismo, Comunicação e Cultura. 
A escrita jornalística é igualmente uma paixão que vivi durante três anos. Quando deixei de ser jornalista dediquei-me à poesia e compilei poemas que fui escrevendo ao longo dos anos.
A Ana escritora é tudo o que a Ana mulher não mostra, a todos, ser: emotiva, apaixonada e nostálgica. Quem me lê vê-me nua, despida de sorrisos falsos e palavras simpáticas. Quem me lê conhece-me.

Que motivos te levam a escrever poesia?
A poesia é sentimento e por isso faz sentido para mim. 
O motivos pelo qual escrevo poesia está relacionado com a paixão que me faz ler poesia. É o meu género literário preferido, seguido das crónicas.

Consideras que a poesia é um género literário mais fácil ou mais difícil do que os outros? Porquê?
Para mim é natural, por isso, se estiver inspirada considero fácil. Talvez não seja tão fácil de ler como uma história com princípio, meio e fim, mas é genuína.

Podes partilhar connosco a forma como é que nasce um poema teu? Onde procuraras inspiração, como articulas as palavras. 
Um poema meu nasce de um pensamento que coloco no papel. É espontâneo. Não me sento a tentar escrever poesia. Às vezes, escrevo mentalmente no carro, na cama.
A minha inspiração nasce do que sinto no momento, do meu filho, do meu marido, da minha mãe, da minha terra. No fundo do amor e da dor.

Vês-te a escrever outros géneros literários? Quais? Tens algum projeto em construção?
Sim. Enquanto jornalista escrevi notícias, reportagens e fiz entrevistas. E a escrita jornalística é igualmente fascinante para mim, sendo que enquanto jornalista os meus sentimentos não iam para o papel e prezava pela objectividade.
Também escrevo crónicas, algumas estão no blogue debocaencerrada.blogspot.pt, outras poderão vir a ser um livro. Publiquei três no P3 - site do jornal Público.
Neste momento, além dos poemas que escrevo com bastante frequência, estou a escrever um livro em prosa, que conta a história de duas pessoas que se amam e acompanham, mas que são mais do que um casal.

Porque é que as pessoas devem ler o livro “Os meus poemas não rimam”? O que é que as pessoas vão encontrar no livro.
"Os Meus Poemas Não Rimam" é um livro para todos os dias, para nos confortar em dias menos bons, nos deixar com saudade e nos fazer acreditar no amor puro.
No livro encontram-se pedaços de mim, pedaços de nós, pedaços de toda a gente que sente, que teme, que vive, que ama.
 Ana, muito obrigada pela disponibilidade para responderes à minha entrevista.
Votos de muito sucesso.