sábado, 18 de maio de 2013

Por detrás da tela | (500) Dias com Summer

Ficha Técnica
Actores Principais: Joseph Gordon-Levitt (Tom), Zooey Deschanel (Summer)
Género: Drama / Comédia Romântica
Ano: 2009

Classificação
1/5 Estrelas

Opinião
Este filme traz-nos a história de amor, vivida em 500 dias, entre Tom e Summer. Eles conhecem-se no local de trabalho, uma vez que Summer é contratada como nova assistente do chefe de Tom. Assim, ao longo do filme somos presenteados com avanços e recuos no tempo que nos vão oferecendo uma visão deste romance que, para mim, está condenado desde o início. 
Pessoalmente, não senti química nem empatia entre estes dois elementos. Pareciam dois estranhos obrigados a viver um casal romântico na tela do cinema. A personalidade das personagens também não me despertou qualquer tipo de entusiasmo. Tom ficou obcecado pela Summer, obsessão esta um pouco distante e irrealista. Summer é uma personagem estranha que parece não saber o que quer.
Não consegui perceber a intenção deste filme, nem o que ele pretendia transmitir. Os constantes avanços e recuos no tempo não oferecem coerência e consistência ao enredo do filme. Foi um filme que me aborreceu!!
Na minha opinião, faltava qualquer coisa ao filme para o tornar especial... Qualquer coisa esta que eu não consigo identificar.  

E desse lado, já viram este filme? Ficaram com uma melhor impressão?

Deixem-se invadir pelas imagens!

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Palavras Memoráveis

A escrita é uma longa introspecção, é uma viagem até às cavernas mais obscuras da consciência, uma lenta meditação.
Isabel Allende, Paula

domingo, 12 de maio de 2013

Por detrás da tela | Um homem com sorte

Ficha Técnica
Actores: Zac Efron, Taylor Schilling, Blythe Danner, Jay R. Ferguson
Género: Drama
Ano: 2011

Classificação
3/5 Estrelas

Opinião
A maioria das vezes escolho ler o livro primeiro e só depois é que vejo o filme. Neste caso, as coisas processaram-se um pouco e forma diferente. À cerca de dois anos tentei ler o livro, mas as primeiras páginas conduziram-me a um tédio profundo. Conclusão: abandonei o livro na esperança de voltar a ele numa outra fase.
Quando o filme aparece achei que o devia ver no sentido de me cativar para depois ver o livro. Em parte, o meu interesse foi avivado. Gostei da história que vai acompanhando o desenvolvimento do relacionamento entre os dois personagens principais. Porém, o casal Zac & Taylor não funciona. Ela tem um aspecto físico que a faz parecer muito mais velha do que ele o que dificulta ao espectador sentir-se ligado àquele relacionamento.
É um filme que vai entretendo, mas não é capaz de provocar sentimento, de apelar à nossa sensibilidade. Penso que há apenas um único momento capaz de provocar alguma emoção. Acontece mais no final do filme e envolve o filho de Beth (Taylor), o seu ex-companheiro (pai da criança) e Logan (Zac).

E desse lado, quais as vossas impressões acerca deste filme?

Deixem-se invadir pelas imagens!
Silvana

sábado, 11 de maio de 2013

Poetic Dreams


E como esta semana ando numa de saudosismo, o Poetic Dreams será em homenagem a esta "minha" cidade. 

Balada da Despedida 2012
Perdido no mar negro da memória
Vejo o rumo a seguir.
Traço minha alma em lembrança
Deste abraço que me quer fugir.

Oh Sé! Levo a saudade
Que contigo aprendi a chorar.
Feitiço desta cidade!
Vou preso ao me libertar.

Sonho em ficar!
Sonhar é partir!

Sinto-me em vozes do outrora.
Escondo o pranto. Vou sorrir!
Cantam as cordas a minha hora
No silêncio que me vê partir.

Choro a certeza do Passado:
Poema eterno de um instante;
Sonhos, versos, vida... Os receios
De um Fado tão distante.

Oh Sé! Levo a saudade
Que contigo aprendi a chorar.
Feitiço desta cidade!
Vou preso ao me libertar.

Sonho em ficar!
Sonhar é partir!

Sinto-me em vozes do outrora.
Escondo o pranto. Vou sorrir!
Cantam as cordas a minha hora
No silêncio que me vê partir.

Hoje Coimbra... Amanhã saudade!







Paula [Opinião]


Paula

Autor: Isabel Allende
Ano: 1994
Editora: Difel
Número de páginas: 368 páginas
Classificação: 3 Estrelas
Desafio: Novos autores

Sinopse
Esta obra de Isabel Allende possui e prossegue duas qualidades essenciais à sua narrativa e ao seu estilo literário: a densidade e a intensidade. Sendo um representação do sofrimento e das memórias, Paula é um documento multi-biográfico, como de resto são em grande parte os seus outros romances, e neste se configura como uma viagem dupla em presença do estado comático da filha e da acumulação das experiências de outras dores, entremeadas de alegrias, da mãe. Paula é tanto um diálogo à cabeceira de uma doente clinicamente privada de consciência, como um solilóquio de grandeza e fragilidade, a tentativa de unir a ideia do amor como única ponte de salvação humana, à realidade do sofrimento tanta vez absurdo e indecoroso. Um livro que marca uma nova etapa, deslumbrante, na carreira de Isabel Allende. 

Opinião
Este foi o primeiro livro que li de Isabel Allende. É um livro tocante, reflexivo, emocional. Aqui encontramos uma mãe que utiliza as palavras para "imprimir" as angústias de um coração em sofrimento.
Isabel Allende, a mãe em sofrimento, Paula, a filha que gradualmente se afasta do mundo terreno. Uma doença, porfíria, empurra Paula para o mundo da inconsciência e deixa todos aqueles que amam num terrível sofrimento.

Com este livro Isabel dá voz ao seu sofrimento e oferece ao leitor um dos relatos mais comoventes que já alguma vez li. Poderá ser um livro difícil de "digerir" caso o leitor esteja ou tenha passado por uma situação semelhante, uma vez que a riqueza das palavras oferece um relato vívido das emoções de uma mãe que, de um momento para o outro, vê a sua filha perder a vitalidade, a força de viver, o gosto pela vida.

Emocionei-me! Não estava à espera de uma escrita tão profunda. De um relato muito sentido e que nos deixa sem palavras para o descrever. Ernesto, o marido de Paula, demonstra um sofrimento igualmente comovente... Tão comovente que chegamos ao ponto de querer saltar para aquelas páginas e, simplesmente, abraça-lo no silêncio do seu sofrimento! Gostaria de ver mais do Ernesto nestas páginas para perceber melhor o nascimento da sua ligação com a Paula.

O aspecto que menos gostei no livro foi a confusão dos acontecimento. Isabel Allende não seguia uma sequência cronológica na narração dos acontecimentos que foram pautando a sua intensa vida! Por vezes, sentia-me um pouco perdida nos meandros das guerras civis, dos amores (im)perfeitos que marcaram o coração da escritora.

Não é fácil lidar com a morte de um filho. Porém, confesso que concordo com a atitude final de Isabel: ajudar a filha a morrer. No fundo, permitiu-lhe todas as condições para que ela morresse em paz e tranquila. Não é uma decisão fácil e está muito longe de reunir consenso. Mas, questiono-me diversas vezes o para quê de prolongar uma vida com mil e um tratamentos quando sabemos que não irão resultar?
Pessoalmente, não gostaria de viver na inconsciência só porque as pessoas que gostam de mim querem que eu continue ali... Compreendo o lado delas, mas, ao mesmo tempo, não deixo de pensar que é existe uma certa pontinha de egoísmo nisto tudo.

Um livro que vale a pena ser lido pela profundidade emocional que transmite, pela introspecção que suscita no leitor...

Deixem-se invadir pelas palavras!
Boas leituras.
Silvana 

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Palavras Memoráveis

- Quanto tempo passou?
- Não sei. Uns minutos?
- Onde está o teu relógio tão exacto?
- Não trouxe. Quis que o tempo deixasse de avançar. - Pestanejou e fechou os olhos.


****

- Shura, como é possível termos tanta intimidade? Uma ligação tão forte desde o início?
- Nós não temos intimidade?
- Não?
- Não. Nem nenhuma ligação forte?
- Não?
- Não. Estamos em comunhão.

Paullina Simons, O grande amor da minha vida

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Perdidos (Série Perdidos #1) [Opinião]


Perdidos

Autor: Rute Canhoto
Ano: 2012
Número de Páginas: 352 páginas
Classificação: 4 Estrelas
Desafio: Novos autores / Reading Romances

Sinopse

Marina, de 17 anos, leva uma vida monótona e confortável, centrada no objectivo de ter boas notas para entrar na universidade.
Findas as férias de verão, tem início um novo ano lectivo que se revela repleto de novidades, entre elas Lucas. A misteriosa figura do aluno desperta-lhe a atenção, apesar da aura obscura que o rodeia. Mais tarde, Joshua junta-se à turma e um turbilhão de sentimentos contraditórios assola Marina, deixando-a confusa e sem saber que caminho seguir. E se fizer a escolha errada?
Em simultâneo, o cosmos da rapariga fica completamente virado do avesso com uma série de inexplicáveis acidentes, que parecem querer colocar um ponto final na sua existência. Afinal, o que se estará a passar? A resposta será uma revelação inesperada, que dará a conhecer ao mundo os Perdidos.


Este é o primeiro volume da trilogia Perdidos, uma série na qual coração e razão entram em conflito. Nem sempre o que gostaríamos de ter é o melhor para nós. Mas e se o que nos dizem não ser bom para nós, é exactamente aquilo de que precisamos? Viver implica correr riscos, demasiado grandes às vezes.


Opinião

Em primeiro lugar quero agradecer à Rute a amabilidade em disponibilizar o seu livro para que os autores de blogs o pudessem ler. OBRIGADA RUTE!

Perdidos conta-nos a história da adolescente Marina que, de uma momento para o outro vê a sua vida virada do avesso. Coisas estranhas começam a dificultar-lhe a sobrevivência, mas por obra de forças estranhas acaba por se salvar dessas mesmas desventuras.

Marina é uma adolescente comum, com preocupações normais para a sua idade. É fácil empatizar-mos com ela. O seu comportamento vai evoluindo ao longo do livro. Esta mudança parece um pouco repentina para o tipo de personalidade que nos é apresentada, mas penso que é justificável perante as coisas estranhas com que é obrigada a lidar e com o despertar do amor no seu coração, até ao momento fechado... Se o amor tem razões que a própria razão desconhece tem, igualmente, comportamentos que o pensamento racional não consegue explicar. Penso que isso foi o que aconteceu com Marina, ela vê envolvida e em situações, de uma forma tão repentina, que não há uma explicação lógica para tudo aquilo. Embora ela a tenha tentado procurar.

Ana, a sua melhor amiga, é uma personagem engraçada e com uma amizade bastante credível com Marina. Este aspecto é algo que transparece de forma muito clara através da escrita da Rute. Acho que  Ana tem como principal função na história aligeirar o ambiente, tornando-o mais engraçado. Gostei desta Ana!!

Em relação aos rapazes que preenchem as páginas deste livro é claro que destaco Lucas, o lado negro da história. Lucas representa o fantástico do livro, aquele que está por detrás das coisas inexplicáveis de Marina! Não esperem encontrar aspectos comuns com outros livros. Muito inteligentemente, a Rute introduziu conceitos inovadores e aspectos diferentes daquilo que os livros do género nos têm oferecido. Para mim, este é um aspecto muito importante porque me fez continuar a ler o livro e a ficar presa às palavras. Estava muito curiosa por saber os segredos de Lucas, o que é que ele escondia, qual a sua verdadeira história! 
Confesso que pensava que Joshua também era detentor de segredos mágicos e de poderes e capacidades que a razão é incapaz de explicar, mas, neste volume tal não se confirmou! Será que irá acontecer algo nos próximos volumes? Aguardo ansiosamente....

Os aspecto menos positivos do livro são a existência de alguns erros e o final um pouco frio. Confesso que estava à espera que a história culminasse de forma diferente.

É um bom livro, de uma escritora portuguesa que merece o nosso reconhecimento. Acho que devíamos dar mais oportunidade àqueles que são os nossos escritores! As lutas constantes que eles enfrentam para ver o seu trabalho reconhecido e apreciado pelos leitores merece um pouco mais da nossa atenção.

Deixem-se invadir pelas palavras!
Boas leituras.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Palavras Memoráveis

Talvez estejamos no mundo para procurar o amor, encontrá-lo e perdê-lo, várias vezes. A cada amor voltamos a nascer e com cada amor que acaba abre-se uma chaga.
Isabel Allende, Paula

Um novo sentido para a vida - Opinião



Autor: Lolly Winston
Ano: 2006
Editora: Editorial Presença
Número de Páginas: 364 páginas
Classificação: 4 Estrelas
Desafio: Novos autores / De A a Z...

Sinopse
Este romance de estreia da americana Lolly Winston foi acolhido com grande entusiasmo. É uma história emocionante sobre uma jovem mulher que perde o companheiro após três anos de um casamento feliz. A autora acompanha as pungentes fases do luto da sua protagonista com grande realismo e inteligência sensibilidade, mas este não é um livro triste porque a narradora e protagonista domina a arte do humor, fazendo rir com frequência o leitor mostrando o lado caricato das situações em que se coloca. Ela acabará por não suportar continuar a conviver com os lugares onde foi tão feliz, deixa o emprego, vende a casa e parte para junto da sua melhor amiga. A dor porém viaja com ela, e Sophie vê-se obrigada a enfrentá-la sem fuga possível. Brilho e fascínio são palavras muitas vezes escolhidas para descrever o primeiro romance desta novíssima e refrescante voz da ficção contemporânea, cujos direitos de tradução foram adquiridos por 15 países, dos Estados Unidos à Europa e até países como o Japão, China e Coreia.

Opinião 
Este foi um livro que trouxe da biblioteca sem ter nenhuma referência acerca dele. Foi uma escolha totalmente ao acaso e não me arrependi.

Sophie é uma mulher que de um momento para o outro vê a doença instalar-se na sua casa e "rouba-lhe" o marido com quem está casada à três anos. Confrontada com a morte, Sophie cai no abismo da tristeza e da solidão e dá início a um dos processos mais difíceis da condição humana: o processo de luto.
O conteúdo é bastante fiel àquilo a que podemos chamar de processo de luto. Sophie passa pelas diferentes fases, ultrapassando problemas diversos e ganhando a força necessária para ultrapassar uma fase de grande tristeza. É um relato que apesar de trespassar a tristeza consegue, em alguns momentos fazer-nos sorrir e, no fim sentimo-nos satisfeitos com a evolução emocional de Sophie.

A grande luta de Sophie foi perceber que fisicamente as pessoas morrem, mas continuam no nosso coração. Felizmente é um lugar que não permite despejos nem substituições. Uma vez alojadas aí as pessoas permanecem por tempo indefinido. Sophie foi percebendo isso... Fisicamente, o seu marido tinha deixado de estar presente, mas no seu coração haverá sempre um lugar para ele, mesmo que apareçam outras pessoas. 

Ao longo do livro é fácil entrarmos no mundo emocional da personagem, ficar feliz com as suas vitórias e conquistas. É como observar a cor surgir num lugar cinzento! 

Confesso que não gosto muito do título. À primeira vista parece um livro de auto-ajuda e isso pode afastar alguns leitores pouco fãs (como eu) deste género de livros. Um aspecto que também não me cativou muito foi o namorado que conquistou Sophie... Eles não têm nada que ver um com o outro. Não senti muita empatia com o senhor.

Deixem-se invadir pelas palavras.
Boas leituras

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Homens, dinheiro e chocolate - Opinião


Homens, Dinheiro e Chocolate

Autor: Menna Van Praag
Ano: 2010
Editora: Quinta Essência
Número de páginas: 211 páginas
Classificação: 2 Estrelas
Desafio: Novos autores

Sinopse
Maya é uma mulher como tantas outras, que passa os dias a sonhar com uma vida perfeita, plena de amor, sucesso e prazer. Tenta encontrar o homem ideal e a tão desejada realização profissional, e afoga as desilusões comendo chocolate. Mas isto apenas faz com que se sinta vazia e perdida. É então que Maya conhece alguém misterioso e é levada a embarcar numa viagem espiritual para descobrir o que tem andado a perder durante toda a sua vida...

Uma fábula doce e comovente sobre o amor, a coragem e a revelação, Homens, Dinheiro e Chocolate desvenda o que pode acontecer quando se abre o coração aos segredos espirituais que o mundo material encerra. Esta história mostra-lhe sem se perder a si própria, encontrar um trabalho que preencha o seu espírito e apreciar chocolates como uma fonte de prazer e não de sofrimento. 

Opinião
Homens, Dinheiro e Chocolate é um livro pequeno e que se lê muito facilmente. Nestas páginas encontramos a vida de Maya, as suas tristezas, as suas frustrações, os seus sonhos e a forma como ela tentou virar a sua vida do avesso para conseguir sair do poço de infelicidade e de insatisfação em que se encontrava.

Penso que a autora deveria ter estendido mais a história. Tudo acontece demasiado rápido. O leitor nem tem tempo para absorver os acontecimentos anteriores que já está a ser encaminhado para uma nova fase da vida de Maya. Porque é que eu acho que esta não é a forma mais correcta para este livro? Pelos simples facto de dá a sensação ao leitor que podemos, muito facilmente, sair de uma situação e entrar numa nova situação. É tudo muito impulsivo, e um estado depressivo exige tempo para ser ultrapassado.

Quem pretender um romance muito leve e uma leitura rápida, este livro assume-se como uma boa opção de leitura. Um aspecto muito positivo são as receitas do final do livro. Pareceram-me bastante deliciosas e talvez experimente (prometo que depois mostro o resultado).

Deixem-se invadir pelas palavras!
Boas leituras...
Silvana

Palavras Memoráveis

Eu cheguei à conclusão de que é importante sabermos apreciar a vida que nos calha e conseguirmos de algum modo libertarmos-nos da vida que sonhamos.
Lolly Winston, Um novo sentido para a vida

Top Ten Tuesday - Palavras/Tópicos que me fazem comprar/pegar instantaneamente num livro





O Top Ten desta semana pretende que elegemos as 10 palavras/tópicos que me fazem comprar/pegar instantaneamente num livro. 




1. Amor: Confesso que não resisto a uma boa história de amor... Sim daquelas bastante românticas cheias de dramatismo e impossibilidades. Gosto dos happy ends, mas também aguento os menos felizes se fizerem sentido.

2. Morte: Eu sei que este tópico pode parecer desagradável para muita gente, pessoalmente gosto de livros que abordem este tema e a forma como as personagens lidam com ela. Geralmente, um livro onde a morte é enquadrada com boas reflexões, suscita-me, igualmente, grandes reflexões.

3. Mistério: Adoro os livros que conseguem prender o leitor a um bom mistério para resolver. É uma leitura mais activa uma vez que estamos, constantemente, a elaborar teorias para a resolução do mesmo.

4. Casas antigas: Por experiência, os livros que tenho lido que associam casas antigas despertaram sempre o meu interesse, também pelo facto de estas histórias estarem também associadas ao mistério.

5. 2ª Guerra Mundial: É uma época histórica que, pessoalmente, me fascina. História foi uma disciplina que só me acompanhou até ao 9º ano e a temática da Segunda Guerra Mundial não foi muito aprofundada. Porém despertou o meu interesse e vontade de saber mais sobre o tema.

6. Cultura: Adoro os livros que nos remetem para uma cultura diferente da nossa. Gosto muito de conhecer os aspectos culturais, as tradições que marcam um determinado país ou região. De toda a diversidade cultural existente tenho mais curiosidade pela cultura indiana e islâmica. 

7. Livros: Porque adoro "enterrar" o meu pensamento nas palavras, porque os livros são mágicos é óbvio que livros que abordem outros livros tornam-se um verdadeiro paraíso.

8. Poesia: Este género literário faz-nos viajar, sonhar... Existem livros em que a poesia  assume um papel importante no desenvolvimento da narrativa.

9. Crimes: Estes também estão bastante associados ao mistério, daí despertarem o meu interesse. Um bom policial consegue-me agarrar às páginas e a uma leitura compulsiva.

10. Psicologia: É a minha área de formação e por isso gosto de ver quais os mitos que os livros, por vezes, lançam sobre a psicologia e sobre o seu papel na sociedade.