
Classificação: 4 Estrelas
Em primeiro lugar quero agradecer à Topseller por tão gentilmente me ter cedido um exemplar e, assim, me ter proporcionado a oportunidade de me estrear com a autora.
Os thillers e policiais nórdicos têm conquistado muito terreno por terras lusas e consequentemente os leitores que apreciam este género literário.
Eu sou uma dessas pessoas. Gosto deste género literário e este ano tem sido um ano rico em leituras deste género literário.
As raparigas esquecidas é um livro que começa com um crime pouco complexo. Porém, à medida que vamos avançando na leitura conseguimos sentir a história a crescer. Tudo se torna mais complexo, aparecem mais personagens e é-nos apresentado um conjunto de contornos muito específicos. As personagens também se desenvolvem ao ponto de serem capazes de deixar transparecer outro tipo de emoções mais complexas e que oferecem maior riqueza à história.
Gostei bastante da dupla Louise e Eik. Ambos têm personalidades sombrias e tudo se vai encaixando e complementando.
Ao longo da leitura há certos aspetos que deixaram a minha curiosidade em ebulição. Eu queria saber mais sobre Louise e Kim, Queria esmiuçar sem piedade o passado desta agente. Para adensar ainda mais a curiosidade há uma situação final que me deixou em grande expetativa para o livro seguinte da série.
Este livro é o 7º livro de uma série e o terceiro de uma trilogia. Gostava muito que fosse publicada a partir do volume... Acho que há coisas que estão para trás que nos permitiriam outra compreensão do universo da personagem Louise.
Um aspeto que valoriza este livro é a região de Eliselund e a realidade da saúde mental entre os anos 50 e 80. O impacto deste tipo de doenças numa pequena comunidade está bastante bem enquadrado tendo em conta a época em que alguns factos ocorreram.
É certo que os crimes que vão aparecendo no livro não são muito chocantes. Contudo, são suficientemente complexos para nos agarrar à leitura e despertar curiosidade. Para além disso, a narrativa está muito bem organizada e os acontecimentos encadeados de acordo com uma sequência lógica.
As raparigas esquecidas é um livro que começa com um crime pouco complexo. Porém, à medida que vamos avançando na leitura conseguimos sentir a história a crescer. Tudo se torna mais complexo, aparecem mais personagens e é-nos apresentado um conjunto de contornos muito específicos. As personagens também se desenvolvem ao ponto de serem capazes de deixar transparecer outro tipo de emoções mais complexas e que oferecem maior riqueza à história.
Gostei bastante da dupla Louise e Eik. Ambos têm personalidades sombrias e tudo se vai encaixando e complementando.
Ao longo da leitura há certos aspetos que deixaram a minha curiosidade em ebulição. Eu queria saber mais sobre Louise e Kim, Queria esmiuçar sem piedade o passado desta agente. Para adensar ainda mais a curiosidade há uma situação final que me deixou em grande expetativa para o livro seguinte da série.
Este livro é o 7º livro de uma série e o terceiro de uma trilogia. Gostava muito que fosse publicada a partir do volume... Acho que há coisas que estão para trás que nos permitiriam outra compreensão do universo da personagem Louise.
Um aspeto que valoriza este livro é a região de Eliselund e a realidade da saúde mental entre os anos 50 e 80. O impacto deste tipo de doenças numa pequena comunidade está bastante bem enquadrado tendo em conta a época em que alguns factos ocorreram.
É certo que os crimes que vão aparecendo no livro não são muito chocantes. Contudo, são suficientemente complexos para nos agarrar à leitura e despertar curiosidade. Para além disso, a narrativa está muito bem organizada e os acontecimentos encadeados de acordo com uma sequência lógica.