domingo, 7 de fevereiro de 2016

Por detrás da tela | Dei-te o melhor de mim

 Classificação: 3 estrelas

Li o livro Dei-te o melhor de mim em 2012. Não foi uma leitura entusiasmante. Talvez por essa altura eu já começasse a denunciar algum cansaço com os livros de Nicholas Sparks. Este foi um dos primeiros autores com romances para adultos que comecei a ler. Fiquei logo agarrada às histórias dele e cada livro que lia era apenas uma porta de entusiasmo para o seguinte. Contudo, o meu crescimento no mundo literário e a descoberta de novos autores do universo mais adulto conduziram a alguma saturação com as histórias deste escritor.

Porém, sempre que o livro fica lido gosto sempre de ver o filme, por isso este já estava na minha lista de espera há algum tempo. 
Foi o primeiro filme de 2016 e gostei, porém tal como aconteceu com o livro, esteve longe de me arrebatar. 

Ao longo do filme, aquilo que senti foi que não existia grande ligação entre o casal mais velho. Enquanto que entre os mais jovens conseguiram passar sentimentos e a existência de uma ligação especial entre eles. Quando a história se foca no presente e eles surgem adultos, penso que eles não conseguiram passar a mensagem de que o amor deles resistiu à passagem do tempo. Senti que a personagem feminina foi mais fraca do o personagem masculino. O ator masculino tinha uma maior expressividade e era mais emotivo. A atriz faltava-lhe ali qualquer coisa que a tornasse apelativa e credível.

É um filme que entretém e nos faz viajar por uma história de amor muito ao estilo daquilo que filmes inspirados nos livros do Nicholas Sparks já nos habituaram.


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