sábado, 2 de janeiro de 2016

TAG | Retrospetiva Literária 2015

Retrospetiva Literária é uma iniciativa criada pelo blog Pensamento Tangencial.
Este post devia ter sido publicado no dia 31 de Dezembro de 2015, mas eu só hoje me cruzei com esta iniciativa em alguns blogs que costumo acompanhar. 
Apesar de já ter passado a data, achei que seria uma forma muito gira de fazer uma retrospetiva pelas minhas leituras do ano que passou. E assim, usei a ideia como uma TAG. Espero que gostem.

A aventura que me tirou o fôlego:
A Estranha Viagem do Senhor Daldry

O terror que me deixou sem dormir:
O Cirurgião (Jane Rizzoli & Maura Isles, #1)

O suspense mais eletrizante:
Nunca Te Perdi

O romance que me fez suspirar:
O Vestido Cor de Pêssego

A fantasia que me encantou: Não tenho nenhum livro para esta categoria. Em 2015 li apenas 1i livro deste género e não gostei muito.

A saga que me conquistou:
A Chave da Luz (Trilogia das Chaves, #1)A Chave do Saber (Trilogia Das Chaves, #2)A Chave da Coragem

O clássico que me marcou:
O Rapaz do Pijama às Riscas

O livro que me fez refletir:
Preciso de ti

O livro que me fez rir:
Peripécias do Coração (Bridgertons, #2)

O livro que me fez chorar:
Alexander (The Bronze Horseman #2.5 )
O livro que me decepcionou:
Reflexos num olho dourado
O livro que me surpreendeu:
Ashram
O livro que devorei:
Crónica de Paixões e Caprichos  (Bridgertons, #1)
O livro que abandonei:
Eragon (Ciclo da Herança, #1)
A capa que amei:
Rosas
O thriller psicológico que me arrepiou:
Em Parte Incerta
A frase que não saiu da minha cabeça: 
Embora muito seja tirado, muito fica; e embora não sejamos agora aquela força que nos tempos antigos movia a terra e o céu, aquilo que nós somos, nós somos... Indomáveis. (Alexander, Paullina Simons)
O(a) personagem do ano: Tatiana dos livros Tatiana e Alexander de Paullina Simons
O casal perfeito: Amber e Greg 
Amor e Chocolate
O(a) autor(a) revelação: Carlos Ruiz Zafón
O(a) autor(a) que mais esteve presente entre as minhas leituras: Carina Rosa
O género literário que mais li: Romance
O género literário que preciso ler mais: Fantasia
O melhor livro nacional:
A Chama ao Vento
O melhor livro que li em 2015:
A Sombra do Vento (O Cemitério dos Livros Esquecidos #1)

Li em 2015 59 livros pelo goodreads. (Mas a conta ficou em 60 por causa de uma leitura beta)
A minha meta literária para 2016 é: 40 livros

14 comentários:

  1. Bem, desses todos só li Eragon, quando saiu, à anos atrás, de resto há uns quantos autores que tenho muita curiosidade em descobrir e bem preciso, pois neste momento estou muito "agarrada" sempre aos mesmos =P

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    1. Eu percebo-te :). Ficamos agarradas à nossa zona de conforto e temos receio em experimentar.
      Por acaso, de há uns tempos para cá tenho arriscado mais e lido outros autores.
      "Eragon" não consegui concluir. Estava a ser uma leitura penosa. Mas penso que está relacionado com a minha relação conflituosa e pouco definida com a fantasia. :P

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    2. Não e bem receio em experimentar, pois uma das vantagens das bibliotecas é podermos experimentar sem medo de nos sair do bolso =P

      A questão é mesmo não se imediatamente "conquistada", seja pela pura presença do livro ou pela capa ou pela sinopse, o que seja. Mas sim, estou muito limitada à minha zona de conforto (tanto que apanhei um grande desgosto agora com a minha escritora preferida, Lesley Pearse e fiquei em choque) e eu preciso mesmo, quero e gosto ter várias opções para onde me "virar", acho muito importante e eu ando a "limitar-me" à muito tempo...

      Como a minha vida anda num drama constante estou sempre virada para os dramas, pelo menos para tentar ler dramas mais dramáticos que os meus, para me distrair de tudo, lool
      E se tento ler um romance ou algo assim, desisto logo às primeiras páginas.

      Como poderás ver nas minhas opiniões, apanhas muitíssimo pouco de fantasia, a única fantasia que eu posso dizer que gostei mesmo foi Harry Potter, e mesmo assim porque era uma fantasia que se ligava ao "nosso" mundo. Agora, por exemplo, fantasia pura? Esquece... E eu bem tentei.

      Tentei ler "O Senhor dos anéis" desisti ao segundo parágrafo. Na altura (aos anos que já vai!) quando estreou no cinema, a minha mãe, que é mais virada para a fantasia (acreditas que a minha mãe, ainda menos lamechas que eu e "durona", amou a saga Crepúsculo e eu detestei só de ler o primeiro livro (aliás, as primeiras páginas) não li mais e como amante da verdadeira mitologia e culto vampírico fiquei mesmo ofendida), mas pronto, voltando ao Senhor dos Anéis, ela levou-me na altura a ver o senhor dos anéis... Credo...
      Ainda me lembro de lhe pedir para sair passado uns 20 minutos, e ela não me deixou porque "paguei o bilhete, agora vais ver!" e eu nem o queria ver, em primeiro lugar, fui para fazer companhia (!) e lembro-me de sair de lá a dizer: "Porra, tenho o cú quadrado". Eu bem tentei fugir no curto intervalo, ainda por cima como o raio do filme era tão comprido o intervalo que deram foi prai de 5 minutos, só, mas não deu e tive de gramar tudo até ao fim.

      Depois uns tempos mais tarde levaram-me a ver "crónicas de nárnia" e ia sendo expulsa do cinema (não que me importasse) devido aos comentários a gozar com as cenas que eu via e metia o pessoa todo a rir e os gajos do cinema (alguns, outros também se riram que eu bem sei) já se estavam a passar... Ainda me lembro como se fosse ontem do centauro ou lá o que era aparecer e eu, sem pensar, dizer: "Eh pah! Grandas orelhas!" assim a falar nem se percebe a piada, mas foi daquelas cenas que dizemos na altura certa, com um tom de voz certo e todos se desmancharam a rir, mas com isto tudo digo-te que eu bem quis desistir a meio e não me deixaram sair da sala (nem os que me ameaçaram expulsar, por isso digo que só falaram para se fingirem autoritários pois estavam a adorar!) mas NUNCA mais me apanharam num cinema com fantasia, nem sequer sendo outros a pagarem-me o bilhete! lool

      Para mim a fantasia tem de ter algo profundo, real, como se pudesse realmente ser vivida e sentida, mesmo sendo fantasia, estás a ver?
      Tipo "Um Encontro com a Minha Vida" de Cecilia Ahern.... Brutalissimo e um dos melhores livros que já li na minha vida toda!

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    3. Identifico-me imenso com aquilo que escreveste.
      Eu adoro Lesley Pearse :). Ainda não apanhei uma desilusão séria com ela. Eu gosto de dramas, romances, romances históricos, não ficção... Geralmente até sou fácil de agradar. Mas fantasia...

      Sim, a biblioteca é excelente para experimentar. Eu sou "consumidora" da biblioteca. O meu orçamento é sempre tão limitado que muito, muito raramente compro livros. Não dá para fazer... Por isso, a biblioteca é vital para mim (e já percebi que és uma grande defensora delas).

      Voltando à fantasia, eu nunca fui ao cinema ver esses filmes. Tentei ver em casa e adormecia sempre. Aquilo é uma valente seca, não consigo extrair nada de positivo dali e custa-me compreender aquilo tudo. Só comecei a ver "Senhor dos Anéis" e "Harry Potter". Não tentei ver mais nada, porque sabia que não iria conseguir.

      Percebo o que queres dizer. Eu acho que sou um bocadinho assim. Sentir que é uma fantasia mais palpável. Eu li Juliet Marillier e gostei bastante. Li a trilogia de Sevenwaters e gostei muito. O "Danças na floresta" já não gostei assim tanto.

      Por acaso gosto de um bom romance. Às vezes até daqueles bem queridos e fofos. Talvez por ele não fazer parta da minha vida goste de o encontrar nos livros e ver que talvez o amor não seja assim uma raridade tão grande :).

      No fundo Liliana, acho que nós temos tendência a ler mais livros com os quais nos identificamos. Se somos pessoas mais realistas a fantasia é algo que não faz sentido para nós. Queremos coisas da vida. Queremos personagens comuns que enfrentam os seus dramas.
      Eu li a saga Twilight e gostei, mas hoje questiono-me se gostaria com a mesma intensidade. O facto de lermos muito alarga-nos os horizontes e passamos a ser mais exigentes com o tipo de escrita e com a história. E isso é bom :).

      Ainda não li esse da Cecilia Ahern. Tentei ler o P.S. I love you e desisti, não consegui ler. Depois li mais dois e aquele que recordo com mais carinho é "A Prenda". É um livro que achei bastante bom e com uma mensagem brutal.

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    4. Lá está a questão das nossas próprias vivências de vida também influenciarem os nossos gostos literários. Da Cecilia o que menos gostei foi mesmo "A Prenda", não me disse nada e aborreceu-me imenso. Já o "Encontro com a Minha Vida" é um dos melhores livros que já li.
      Eu adorei o filme P.S I Love You, foi graças a ele que descobri a autora, quando descobri que era baseado num livro foi logo arranjá-lo! Bem... Não passei das primeiras duas folhas... É por isso que nunca vejo o filme antes de ler o livro, influência muito :(
      Mas mesmo assim tenho o livro e vou esforçar-me por o conseguir ler.

      Já romances com demasiada lamechice ou eróticos, detesto. Não consigo mesmo e é tortuoso para mim. Detesto lamechices, e só gosto de romances que me digam algo, que me façam sentir algo, que sejam lindos de uma forma especial, que tenham e deem algum sentido à vida de quem os lê. Eu não sou romântica, mas uma das histórias de amor mais lindas do mundo para mim é Romeu e Julieta. Há quem considere super "lame", eu considero bela e claro, não podia falar, trágica. Mas já gosto desde pequena, e eu quando era miúda, por incrível que pareça agora, era muito romântica, apaixonada e até escrevia poemas e tudo, mas mesmo nessa altura já gostava de um pouco de drama. E basicamente a minha vida é uma saga de dramas sem fim, lool

      Juliet Marillier tentei ler à uns anos atrás "O Filho de Thor" e achei secante e desconexo.

      Mas acho que, quanto mais vamos amadurecendo e vivendo experiências na nossa vida, também vai influenciar os nossos gostos e até paciência para a leitura. Antes mesmo que eu não estivesse a apreciar um livro lia-o até ao fim, agora? Desisto logo, nem penso mais nisso e isso antes era impensável!

      Harry Potter, por exemplo, foi muito importante na minha vida, muito mesmo, fez-me muita companhia nas horas de maior aflição e solidão e eu venerava e venerei durante mais de 10 anos da minha vida, que é quase metade dela. Agora, à um par de anos tentei reler e eu comecei a reparar noutras coisas, a ver os acontecimentos de maneira diferente, as cenas mais infantis dos primeiros três livros aborreceram-me muito, e até os filmes que eu vi milhares de vezes, até adormecia sempre com a TV acesa a dar um dos filmes para adormecer já me aborrecem um pouco... No entanto vou ter sempre para com a saga um carinho muito especial e vai fazer sempre parte da minha vida....

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    5. Tenho que ler esse da Cecilia Ahern :). Também só consegui ler as primeiras páginas do P.S. I love you, e só vi o filme depois.

      No meu caso depende da lamechiche e de como ela nos é apresentada. O mesmo se passa com os eróticos, para ser um bom livro erótico tem de ter história e não pornografia.
      Sim, já me falaste desse teu carinho especial por Romeu e Julieta. =) Eu gosto de romantismo q.b. ;)

      Eu tenho esse para ler... Está ali na estante à espera.

      Sem dúvida! Eu esforço até ao máximo para não desistir do livro. Não gosto de os abandonar. Por isso, conto pelos dedos os livros que não terminei ;). Mas sim, agora tenho muito menos paciência e cada vez sou mais seletiva.

      Percebo o teu carinho por Harry Potter. Eu nessa alturas eram os livros de Sophia, uma aventura, a "A Lua de Joana" e "O gato malhado e a Andorinha Sinhá". Não que me sentisse em verdadeira aflição, mas os livros sempre alimentaram a minha veia mais introvertida.

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  2. OH! Fico mesmo com pena de teres abandonado Eragon... Eu li esse livro poucos anos depois do BUM do Harry Potter e adorei. Nota de que apesar de ter mencionado HP, as sagas não tê nada a haver uma com a outra excepto pertencerem ao mesmo género literário (e terem ambos dragões, talvez...). Mas foi o HP que me abriu mais os olhos para a fantasia e me fez adorar esse género. O Eragon pode parecer algo simples e infantil mas é um caso onde a saga cresce com o seu autor, o que faz com que os livros seguintes sejam muito mais complexos e interessantes. Eragon é só a ponta do iceberg.

    Quanto aos outros livros, tens aí alguns muito bons! Desde a saga dos Bridgertons (é só rir com eles! Adoro!) à trilogia das chaves da NR (adoro o último, principalmente) ao complexo e enorme "Nunca Te Perdi". Este último é daqueles livros que não esquecemos. Aliás, os livros da Linda Howard não são para se esquecerem. Só tenho pena de não haver mais livros publicados da autora em português... :( Valeria bastante a pena.
    Beijinho

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    1. Não consegui mesmo ler "Eragon". Estava a ser uma leitura fastidiosa. Já deu para perceber que fantasia não é bem a minha onda.

      Da triologia das chaves gostei mais do segundo :). Embora o terceiro também tenha sido giro.
      "Nunca te perdi" é complexo, mas tem ali umas falhas. Gostei bastante do livro, mas faltou ali qualquer coisa que o tornasse mais especial. Este é o único da autora que a biblioteca tem.
      Beijinhos

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    2. Fiquei curiosa com essas falhas... o que te faltou na leitura?
      Beijinho

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    3. É melhor leres a minha opinião :)
      http://por-detras-das-palavras.blogspot.pt/search/label/Linda%20Howard
      Beijinhos

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  3. Olá Silvana,
    Que boas escolhas para esta retrospectiva.
    Gostei de ver as tuas escolhas.
    Beijinhos e boas leituras

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    1. Olá Isaura!
      Obrigada :)
      Bom ano e boas leituras!

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  4. Olá Silvana!
    Gostei muito de ver as tuas escolhas!
    Também escolhi um livro da Carla M. Soares como uma das melhores leituras nacionais, mas no meu caso foi o Cavalheiro Inglês =)
    Zafón <3
    Beijinhos

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    1. Olá Tita!
      Obrigada.
      Ainda não li esse. Mas é para ler. Antes do que escolhi apenas tinha betado um da Carla e em 2015 li, pela primeira vez, um livro que ela publicou. Gostei e quero repetir a experiência com a autora.
      Zafón é mesmo bom...
      Beijinhos

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Obrigada pelo tempo que dedicaste à minha publicação!