sexta-feira, 1 de agosto de 2014

[Opinião] Uma rapariga dos anos 20


Uma Rapariga dos Anos 20

Autor: Sophie Kinsella
Ano: 2011
Editora: Livros d'hoje
Número de páginas: 472 páginas
Classificação:  3 Estrelas

Sinopse
Lara sempre teve uma imaginação muito fértil, mas agora, questiona-se se não estará a ficar louca. As raparigas normais de vinte anos simplesmente não vêem fantasmas! Inexplicavelmente, o espírito da sua tia-avó Sadie - sob a forma de uma rapariga ousada, exigente e dançarina de Charleston - apareceu-lhe para fazer um último pedido: Lara deve encontrar um colar que se encontra desaparecido para que Sadie possa descansar em paz. 
Lara já tem problemas que cheguem na sua vida. A sua nova empresa está em declínio, o seu melhor amigo e parceiro de negócios fugiu para Goa e acaba de ser abandonada pelo amor da sua vida. 
Mas à medida que Lara passa tempo com Sadie, a vida torna-se mais fascinante e a caça ao tesouro transforma-se em algo intrigante e romântico. Poderia o fantasma de Sadie ser a resposta para os problemas de Lara? Poderiam duas raparigas de épocas diferentes aprender algo especial uma com a outra?

Opinião
Este é o primeiro livro que leio de Sophie Kinsella e posso dizer que foi uma leitura suficientemente agradável para me deixar com vontade de ler outros livros da autora.

Este livro traz-nos a história de Lara e, paralelamente a de Sadie. Gostei da Lara e da forma como ela desperta para a realidade da sua vida e para as coisas que ela julgava serem as ideais para ela. Sadie chega e desconstrói tudo aquilo que Lara julgava ser bom na sua vida. Ao longo desta desconstrução assistimos a um conjunto de peripécias divertidas e marcadas por alguma emoção.
Adorei ver a mudança da Lara e, principalmente, gostei de ver a forma como o seu pensamento se abre para uma realidade nova.

Porém senti falta de alguns aspectos. Em primeiro lugar gostaria de ver a história de Sadie e Stephen mais desenvolvida e com mais pormenores. Sadie é uma mulher apaixonante e viva o que me deixa com a certeza de que iria dar um novo colorido ao livro. Em segundo lugar, e que deriva um pouco do ponto anterior, gostava de ver mais referências aos loucos anos 20. Já não tenho História desde o meu 9º ano do ensino básico, mas se há algo que me ficou na memória da matéria leccionada durante esse ano foi a magia e a excentricidade que marcaram os anos 20. É um período muito rico em conquistas femininas na sociedade. Pelo que me transpareceu do livro, Sadie levou essas conquistas muito a sério, daí sentir necessidade de ver mais referências.

Confesso que o início do livro foi um pouco aborrecido, estranho e confuso. E só a partir do meio é que me consegui sentir mais ligada à história e às personagens.

Espero que, em leituras futuras das obras desta autora me sinta mais ligada à história desde o início.

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