quarta-feira, 27 de agosto de 2014

[Opinião] Mil noites de paixão (Medieval Series (Chronological order) #6)


Mil Noites de Paixão

Autor: Madeleine Hunter
Ano: 2012
Editora: ASA
Número de páginas: 334 páginas
Classificação: 2 Estrelas

Sinopse
Eles não têm absolutamente nada em comum.
Lady Reyna é uma mulher virtuosa e erudita, que preferia morrer a quebrar uma promessa ou voto.
Ian de Guilford é um sensual mercenário, um cavaleiro errante cujo temperamento fogoso lhe valeu a alcunha de Senhor das Mil Noites.
Ela não conhecia a sua fama quando, fazendo-se passar por cortesã, transpôs as linhas inimigas com um plano desesperado para salvar o seu povo. Agora está frente a frente com o guerreiro a cujos encantos, diz-se, é impossível resistir, Reyna apercebe-se que subestimou o inimigo. Ele está decidido a tudo para subjugar a sua virtude. A bem do seu povo, ela não pode ceder... e a sua audácia leva-a a fazer algo com que nunca sonhou: pôr em jogo o seu coração.

Opinião
De todos os livros que já li de Madeleine Hunter, este foi o que o menos gostei. Nunca tive uma grande adoração pelos livros desta autora, mas este em particular traduziu-se numa leitura bastante aborrecida. Em geral, acho que os livros de Madeleine Hunter têm histórias pouco interessantes e em alguma situações tornam-se leituras um pouco monótonas. Este livro em particular é muito confuso, uma vez que há certos elementos da história que, na minha opinião, foram mal desenvolvidos.

Reyna é das personagens femininas, de entre todos os livros que já li da autora, que mais gostei. É das mais corajosas, destemidas e capaz de insultar verdadeiramente os homens. Considero que este foi o único ponto positivo do livro.

Toda a parte não romântica do livro é uma verdadeira confusão. A autora deveria ter sido mais precisa e concisa na apresentação das partes em conflito, do porquê deste conflito e definir melhor as relações entre as personagens.

Ian é das personagens que mais confusa me deixou. Fiquei sem perceber muito bem como é que ele ali foi parar e a relação que ele mantinha com os outros dois cavaleiros. O passado dele também merecia maior destaque. Na minha opinião, aqui estaria uma boa história que daria um toque pessoal ao livro caso a autora tivesse pegado nesta parte de uma forma aprofundada.

Decididamente, a escrita e as histórias de Madeleine Hunter não fazem parte das minhas preferências literárias. São livros que se lêem, uns mais facilmente do que outros, mas não deixam marca, não mexem com as minhas emoções. Não escreverei aqui que nunca mais irei ler um livro de Madeleine Hunter. Se por acaso algum deles se cruzar comigo através de um empréstimo, dar-lhe-ei uma oportunidade. Porém, não conto pegar num livro da autora muito brevemente. Vou deixar dar um tempo para depois voltar a ler algo dela.

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