Ela sentia o mesmo. Com o máximo de profissionalismo possível, Paris perguntou: - Ouvinte, quer fazer um pedido? - Por acaso até quero. - Estou a ouvir. - Ama-me, Paris. Ela fechou os olhos e susteve a respiração por uns momentos, depois disse em voz baixa mas enfática: - Amo. Também te amo.
Sandra Brown, Uma voz na noite
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