segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Divulgação | "Corações em silêncio" de Laura Kaye


Corações na escuridão é um livro publicado pela editora O Castor de Papel. O título e a capa sugerem-me algo sombrio, o que me deixou com uma enorme curiosidade para ler. 
Com o livro vinha um pequeno marcador a Insónia (outro livro que me parece interessante dado o título sugestivo). Aqui fica o meu agradecimento à editora por ter disponibilizado este exemplar e por oferecer um marcador muito bonito para a minha coleção.
fazer referência ao livro

Sinopse do livro:
Dois estranhos...
Makenna James acha que o seu dia não pode ficar pior até que no edifício do seu escritório corre para apanhar o elevador. Enquanto se distrai para atender uma chamada o elevador pára e fica às escuras. Makenna encontra-se assim na companhia de um estranho do qual apenas vislumbrou a tatuagem de um dragão numa das suas mãos antes das luzes se apagarem.

Quatro horas...
Caden Grayson diverte-se com esta linda ruiva tão atrapalhada com a sua mala e o telemóvel. Mas logo a diversão acaba quando o elevador se imobiliza e ele, apesar dos seus piercings, tatuagens e cicatrizes, entra em pânico. Agora está preso dentro do seu pior pesadelo… durante quatro horas. Somente abrindo-se com Makenna é que Caden poderá vencer os seus demónios, da mesma foram que Makenna consegue ultrapassar o seu terror do desconhecido. Aos poucos e apesar da escuridão, ambos acabam por descobrir o muito que têm em comum. Na escuridão a atração e o desejo crescem e os dois não resistem a envolver-se com paixão. Mas, perguntam-se, irão sentir o mesmo quando as luzes voltarem? E quando forem salvos do elevador que os aprisiona o que farão?

É um livro bastante pequenino e que irei começar a ler em breve. Espero que seja uma leitura interessante.
Conhecem o livro?


Opinião | "Cama supra" de Jerry Scott e Rick Kirkman (Baby Blues Scrapbooks #30)

Cama Supra (Baby Blues, # 31)
Classificação: 3 Estrelas

Não sou muito fã de banda desenhada. Em miúda ainda li algumas coisas, mas nunca foi um género literário que se traduzisse numa leitura empolgante e que me deixasse cheia de vontade de agarrar no livro.

Este livro estava na minha estante há muito tempo, mas ia sempre adiando a sua leitura. Como uma das categorias do Bingo em que estou a participar durante este Verão nos convidava a ler este género literário decidi que estava na hora de o tirar da estante.

Esta banda desenhada ilustra o dia-a-dia, por vezes caótico, de um casal com três filhos pequenos. Os dois filhos mais velhos acabam por assumir um papel destacado ao longo das tiras. Os dois miúdos têm saídas muito engraçadas e, em muito momentos, são capazes de deixar os pais à beira de um ataque de nervos. 

Foi uma leitura divertida e rápida. Acho que este livro é ideal para quem gosta deste género de livros e com histórias com temáticas ligadas à vida familiar.
Penso que para jovens entre os 10-14 anos será uma leitura animada, com aspetos com os quais eles se vão identificar. Poderá ser uma boa forma de aproximar os miúdos das leituras e fazê-los sentir que ler também pode ser divertido.

sábado, 19 de agosto de 2017

Opinião | "Frágil" de Jodi Picoult

Frágil
Classificação: 4 Estrelas

Jodi Picoult tem uma forma muito especial de construir as suas narrativas. Para além de todo o cuidado na construção e em delinear os acontecimentos de forma coerente, a autora desenvolve um grande trabalho de investigação acerca da temática que pretende abordar bem como na forma como decide construir as personagens que dão corpo a esta história.

Em Frágil conhecemos Willow, um menina muito especial que sofre de osteogénese imperfeita (doença dos ossos de vidro) e assistimos ao impacto desta doença e da decisão da mãe em processar Piper, a sua obstetra e melhor amiga, relativamente ao diagnóstico da pequena Willow. 

As personagens que compõem a narrativa são bastante complexas, onde facilmente identificamos características que as tornam muito humanas. As minhas impressões em relação a Charlotte e Sean (mãe e pai da Willow) oscilaram um pouco ao longo do livro. Willow, Amelia e Piper sempre as olhei de forma positiva, ou seja, gostei delas logo nas primeiras páginas e esse sentimento manteve-se até ao fim do livro. No final, também Charlotte e Sean me conquistaram. Apesar de não concordas com muitos dos comportamentos da Charlotte, no fim conseguir compreender tudo aquilo que ela fez. Ela era, também, uma pessoa que precisava de muito apoio. 

A forma como a doença interfere nas dinâmicas e comunicações familiares está descrita de uma forma muito realista e que se coaduna com aquilo que a investigação na área indica acerca do impacto de uma doença na família e nos cuidadores. 
Uma das pessoas que mais sofre ao longo de todo este processo é Amelia. Uma jovem que adora a irmã, mas que está envolta num véu de insegurança, receios e de uma dor emocional que se transforma em bulimia e comportamento autolesivos. Sofri por esta jovem, a única coisa que achei estranha foi que, perante tantos sinais de alerta, esta miúda passar despercebia aos professores e a outras pessoas que passam tempo suficiente com ela para perceber que o seu estado emocional tinha levado uma facada.

Willow, para mim, significa a doçura, a leveza de uma pena que voa, sem destino ao vento. É uma miúda impressionante que nos mostra uma forma especial de lidar com uma doença muito limitante. Há uma passagem no livro em que ela, a mãe e a irmã vão a um encontro de pessoa com osteogénese. Foi aconhegante perceber o quanto Willow e Amelia conquistar naqueles dias e o quanto lhes fez bem. Charlotte é que teve a sua vida mais complicada, porém foi importante para fazê-la pensar.

O final é agridoce e ao estilo da autora. Eu percebi o que aconteceu,  mas não concordo com a forma como aconteceu. Dado todo o contexto em torno da situação não faz muito sentido como as coisas culminaram. Infelizmente não posso ser muito mais específica, caso contrário oferecia-vos um grande spoiler e não seria nada agradável.

Para terminar, quero agradecer as meninas com quem fiz a leitura conjunta. Foi muito bom poder trocar ideias com vocês e ter acesso a outros pontos de vista. Espero participar numa outra leitura ao longo do projeto Um ano com a Jodi.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Palavras Memoráveis


Matar não quer dizer a gente pegar no revólver de Buck Jones e fazer bum! Não é isso. A gente mata no coração. Vai deixando de querer bem. E um dia a pessoa morreu.

José Mauro de Vasconcelos, Meu pé de laranja lima

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Opinião | "Uma nova esperança" de Colleen Hoover (Hopeless #2)

Uma Nova Esperança (Hopeless, #2)
Classificação: 4 Estrelas

Colleen Hoover costuma ser sempre uma aposta certeira. É uma autora que tem magia diferente no que toca à combinação de palavras e construção de diálogos. Ela consegue encaixar muito bem os acontecimentos, preenchendo-os com uma narrativa apelativa, diálogos marcados pelas emoções e narrativas bem realistas.

Uma nova esperança é o segundo volume da série Hopeless. Apesar de não ter lido o livro anterior em nada interferiu para a minha compreensão do factos. Aliás só fiquei com mais curiosidade para saber e conhecer melhor toda a história em volta da Sky -  é que houve ali umas passagens que não me convenceram e não me pareceram muito realistas.

Uma das grandes características dos livros desta autora é a sua capacidade de usar palavras e construir diálogos portadores de uma sensibilidade e emotividade que conseguem chegar até mim de uma forma especial.
Na minha opinião, é esta capacidade de tornar as emoções tão reais que me deixa presa ao livro.

Nós aqui acedemos a todos os acontecimentos através dos olhos de Holder, um jovem que se vê com muitas feridas para cicatrizar. A relação que ele vai construindo com a Sky é de cortar a respiração. O jogo de palavras que Colleen Hoover usa para descrever tudo deixou-me muito presa à narrativa e ao que se iria seguir com estes dois.

Até ao momento foi o livro menos satisfatório que li da Colleen Hoover. Apesar de ter gostado bastante, ficaram ali umas coisas que não me convenceram e que achei que foram mal conduzidas.
Porém, penso que só com a leitura do primeiro volume me vou inteirar da situação.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Opinião | Livros infantis de Fabíola Lopes


Vou fazer um único post de opinião a estes três livros infantis, porque se o fizesse individualmente iriam ficar post muito pequeninos.

Aqui estão três livros, com textos dirigidos aos mais pequenos. 
Achei muito engraçado que o livro O que há nas mãos da minha avó / O que há nas mãos do meu avô é dois em um, ou seja, no mesmo livro temos duas capas e duas histórias, é só virar o livro.

Cada um deles aborda as temáticas de forma engraçada e lúdica para as crianças. Os textos, em alguns momentos, rimam tornando a leitura divertida e engraçada para se fazer em grupo. 
Destaco, também, como aspeto positivo a presença de atividades para as crianças no final de cada livro. Na minha perpetiva é algo interessante pois poderá contribuir para uma maior ligação das crianças às narrativas e proporcionar um envolvimento diferente com a leitura.

Classificação: 
O que há na barriga do meu pai - 3 estrelas
O que há nos cabelos da minha mãe- 3 estrelas
O que há nas mãos da minha avó / O que há nas mãos do meu avô - 3  estrelas

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Projeto Conjunto | Empréstimo Surpresa [Motivos]


Para este desafio, a minha última leitura foi bem rápida o que fez com logo de seguida conseguisse enviar mais um livro à Denise.

Desta vez escolhi:

Reencontro com o Amor

Reencontro com o amor de Melissa Pimentel

Escolhi este livro porque me pareceu ser uma boa leitura para entreter durante estes dias mais quentes. 
Com uma narrativa leve e descontraída pareceu-me uma leitura que a Denise andava a precisar.

Não se esqueças de passar pelo blog Quando se abre um livro para conhecerem as reações da Denise.